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Colunista Demóstenes Ribeiro
Educador físico. Sua coluna aborda temas voltados à saúde muscular.
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Na menopausa, o sedentarismo piora tudo e o movimento cura

O exercício físico melhora a qualidade do sono, favorece a circulação e ajuda no controle da pressão.

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, marcada pelo fim do ciclo menstrual e por grandes mudanças hormonais. Essas alterações, especialmente a queda nos níveis de estrogênio, podem causar sintomas como ondas de calor, insônia, irritabilidade, perda de massa muscular, enfraquecimento dos ossos e aumento da gordura abdominal. É exatamente nesse momento que a prática regular de atividade física se torna uma poderosa aliada.

Os exercícios físicos ajudam a equilibrar o corpo e a mente. As atividades aeróbicas, como caminhada, bicicleta ou natação, melhoram o humor, reduzem a ansiedade e contribuem para o controle do peso corporal. Já os exercícios de força — como a musculação — são essenciais para preservar a massa muscular e a densidade óssea, prevenindo a osteoporose, que se torna mais comum após a menopausa.

Além disso, o exercício físico melhora a qualidade do sono, favorece a circulação, ajuda no controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.

A mulher que se mantém ativa durante a menopausa não apenas reduz os sintomas dessa fase, como também ganha vitalidade, autoestima e qualidade de vida. A atividade física não interrompe o tempo — mas torna o envelhecer muito mais leve, saudável e pleno.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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