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Colunista Demóstenes Ribeiro
Educador físico. Sua coluna aborda temas voltados à saúde muscular.
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Uma hora a conta chega e quando chega pode ser tarde demais

Quando os primeiros sinais não são ouvidos, ele aumenta o tom e a dor fica mais forte.

O corpo humano é sábio. Antes de uma doença grave surgir, ele avisa. Manda sinais claros de que algo não está bem. Mas, infelizmente, a maioria das pessoas ignora. Uma dorzinha aqui, um cansaço ali, uma insônia, uma dor de cabeça que se repete, a falta de disposição… e tudo é tratado com descuido, como se fosse “normal da idade” ou apenas “estresse do dia a dia”.

Só que o corpo não desiste fácil. Quando os primeiros sinais não são ouvidos, ele aumenta o tom. A dor fica mais forte, o cansaço vira exaustão, a pressão começa a subir, o sono desaparece, o humor muda. Mesmo assim, muitos continuam empurrando com a barriga, tomando remédios por conta própria e adiando a decisão de cuidar de si.

Até que chega o dia em que a conta chega — e ela vem alta. Um infarto, um AVC, um câncer, uma falência de órgãos. Aquele corpo que avisou várias vezes, e que só pedia cuidado, não aguenta mais. E o pior acontece: a morte.

A verdade é dura, mas simples: quem não escuta o corpo quando ele fala baixo, vai ouvi-lo quando ele grita. E, às vezes, já é tarde demais.
Cuidar da saúde não é luxo, é necessidade. Fazer atividade física, dormir bem, se alimentar direito e buscar ajuda médica

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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