Neste Dia Nacional da Saúde, é fundamental lembrar que atividade física regular não é apenas uma recomendação médica ou um hábito de quem gosta de academia — ela é, acima de tudo, um pilar essencial da saúde pública.
Nada é mais relevante do que reconhecer o impacto que o movimento tem na prevenção e no tratamento das doenças que mais afetam a população: hipertensão, diabetes, depressão, obesidade, doenças cardíacas, entre tantas outras. E o mais preocupante é que todas essas doenças têm um inimigo em comum: o sedentarismo.
Por isso, é urgente que gestores públicos tenham sensibilidade e visão para enxergar a atividade física como estratégia de saúde coletiva. Criar políticas, programas e espaços que incentivem a prática regular de exercícios não é luxo, é necessidade. É investimento com retorno garantido: menos filas nos postos de saúde, menos uso de medicamentos, menos internações, mais qualidade de vida e mais anos vividos com autonomia.
Promover saúde não é apenas tratar doenças — é prevenir. E prevenir significa fazer a população se mexer.
Hoje, mais do que celebrar, o Dia Nacional da Saúde deve ser um chamado à ação. Que os gestores entendam: cuidar da saúde da população é, antes de tudo, combater o sedentarismo.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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