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Colunista Demóstenes Ribeiro
Educador físico. Sua coluna aborda temas voltados à saúde muscular.
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Arroz, feijão e cuscuz não alimentam. Só enchem o bucho

Enquanto o prato do povo for baseado em comida que só faz volume, o corpo vai continuar fraco.

O corpo humano não foi feito para viver de carboidrato barato. Não foi feito para sobreviver de arroz, feijão, cuscuz, macarrão e farinha empurrados goela abaixo como se isso fosse “comida de verdade”.

Foto: Arquivo pessoal/Demóstenes RibeiroArroz, feijão e cuscuz não alimentam. Só enchem o bucho.
Arroz, feijão e cuscuz não alimentam. Só enchem o bucho.

Isso não nutre.

Isso não fortalece.

Isso só enche o estômago.

Essa dieta foi criada para alimentar números, não pessoas. Para manter a população de barriga cheia e cérebro vazio, funcionando no modo automático, sempre cansada, sempre com fome, sempre doente.

Durante milhares de anos, o ser humano viveu de carne, gordura, ovos, peixe e alimentos densos em nutrientes. Foi assim que o cérebro cresceu, que a força física se desenvolveu e que a espécie sobreviveu.

Não foi com arroz em saco plástico nem com feijão subsidiado.

A gordura sempre foi o combustível principal do corpo humano.

O cérebro é gordura.

Os hormônios dependem de gordura.

As células dependem de gordura.

Mas um dia resolveram demonizar a gordura… e empurrar carboidrato em massa para todo mundo. Coincidência? Claro que não.

Carboidrato é barato, fácil de estocar, fácil de controlar e fácil de distribuir.

Perfeito para políticas públicas.

Péssimo para a saúde.

O resultado está aí: obesidade explodindo, diabetes em jovens, gente inchada, inflamada, cansada e população dependente de açúcar desde a infância.

E tudo isso sendo chamado de “alimentação básica”.

Arroz, feijão e cuscuz não sustentam saúde.

Sustentam um sistema.

Eles mantêm a população viciada em glicose, sempre com fome, sempre precisando comer de novo, sempre fraca, sempre doente. Um corpo movido a carboidrato é um corpo instável, inflado e dependente.

Gordura saudável sacia.

Carboidrato vicia.

Gordura constrói.

Carboidrato entope.

Enquanto o prato do povo for baseado em comida que só faz volume, o corpo vai continuar fraco, a mente lenta e o sistema agradecido. Ou seja barriga cheia não é sinônimo de corpo nutrido.

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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