O corpo humano não foi feito para viver de carboidrato barato. Não foi feito para sobreviver de arroz, feijão, cuscuz, macarrão e farinha empurrados goela abaixo como se isso fosse “comida de verdade”.
Isso não nutre.
Isso não fortalece.
Isso só enche o estômago.
Essa dieta foi criada para alimentar números, não pessoas. Para manter a população de barriga cheia e cérebro vazio, funcionando no modo automático, sempre cansada, sempre com fome, sempre doente.
Durante milhares de anos, o ser humano viveu de carne, gordura, ovos, peixe e alimentos densos em nutrientes. Foi assim que o cérebro cresceu, que a força física se desenvolveu e que a espécie sobreviveu.
Não foi com arroz em saco plástico nem com feijão subsidiado.
A gordura sempre foi o combustível principal do corpo humano.
O cérebro é gordura.
Os hormônios dependem de gordura.
As células dependem de gordura.
Mas um dia resolveram demonizar a gordura… e empurrar carboidrato em massa para todo mundo. Coincidência? Claro que não.
Carboidrato é barato, fácil de estocar, fácil de controlar e fácil de distribuir.
Perfeito para políticas públicas.
Péssimo para a saúde.
O resultado está aí: obesidade explodindo, diabetes em jovens, gente inchada, inflamada, cansada e população dependente de açúcar desde a infância.
E tudo isso sendo chamado de “alimentação básica”.
Arroz, feijão e cuscuz não sustentam saúde.
Sustentam um sistema.
Eles mantêm a população viciada em glicose, sempre com fome, sempre precisando comer de novo, sempre fraca, sempre doente. Um corpo movido a carboidrato é um corpo instável, inflado e dependente.
Gordura saudável sacia.
Carboidrato vicia.
Gordura constrói.
Carboidrato entope.
Enquanto o prato do povo for baseado em comida que só faz volume, o corpo vai continuar fraco, a mente lenta e o sistema agradecido. Ou seja barriga cheia não é sinônimo de corpo nutrido.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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