O Brasil está envelhecendo rapidamente, e esse novo cenário exige políticas públicas cada vez mais eficientes. Não basta apenas aumentar a expectativa de vida; é preciso garantir que as pessoas envelheçam com saúde, autonomia, dignidade e qualidade de vida.
Para isso, os gestores públicos precisam tomar decisões baseadas em evidências científicas. Investir em prevenção, estimular a prática regular de atividade física, ampliar o acesso à atenção geriátrica e gerontológica, prevenir quedas, fortalecer a atenção primária e criar ambientes mais acessíveis são medidas que reduzem custos para o sistema de saúde e melhoram a vida da população.
Nesse contexto, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia desempenha um papel fundamental. Ao promover congressos, simpósios e encontros científicos voltados às políticas públicas para o envelhecimento, a entidade aproxima pesquisadores, profissionais de saúde, gestores e formuladores de políticas, permitindo que o conhecimento científico seja transformado em ações concretas.
Congressos envolvendo envolvendo essa temática são espaços estratégicos para discutir os desafios do envelhecimento populacional, apresentar experiências bem-sucedidas de diferentes municípios, capacitar gestores e estimular a criação de programas que promovam um envelhecimento ativo e saudável.
Fortalecer o diálogo entre ciência e gestão pública é um dos caminhos mais eficientes para preparar o Brasil para o futuro. Afinal, investir em políticas públicas para a pessoa idosa não é apenas cuidar de quem envelheceu; é construir um país melhor para todas as gerações que ainda irão envelhecer.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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