Você pode dizer que não gosta de fazer exercícios. É uma escolha. Mas essa escolha pode aumentar o risco de, no futuro, precisar conviver com situações que ninguém deseja.
Talvez você tenha que aprender a aplicar insulina todos os dias. Talvez precise fazer um cateterismo. Talvez enfrente uma cirurgia para colocar uma prótese no joelho ou no quadril. Talvez dependa de vários medicamentos para controlar pressão alta, diabetes, dores crônicas ou até tratar um quadro de depressão.
A atividade física não é uma garantia de que essas doenças nunca acontecerão. Mas ela está entre as estratégias mais eficazes para reduzir o risco de muitas delas e para preservar a saúde, a autonomia e a qualidade de vida.
A verdade é simples: o desconforto de treinar por uma hora é muito menor do que o desconforto de conviver com limitações, consultas frequentes, internações e tratamentos pelo resto da vida.
Você não precisa amar a atividade física. Precisa entender que ela é um dos maiores investimentos que pode fazer pela sua saúde. Porque, se você não encontrar tempo para cuidar do corpo hoje, poderá ser obrigado a encontrar tempo para tratar vários tipos de doenças amanhã.
*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1
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