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Vivemos um período delicado, sem nenhuma segurança jurídica. Os nossos tribunais estão contaminados por ideologias políticas, só pode ser. Não se tem mais um Judiciário forte para proteger e reparar os direitos dos cidadãos. Cito, por exemplo, o magistrado maranhense, deputado federal Flávio Dino, pertencente ao PC do B. Veja, é um magistrado defendendo ideologias comunistas. E assim há muitos juízes favoráveis às reivindicações desses bandoleiros do campo sobre as propriedades alheias.

Eu não sei onde isso vai parar. O governo petista, ou os seus representantes, como o peremptório Tarso Genro, defende que se trata de manifestações sociais legítimas. Mas essas manifestações estão infiltradas de terroristas que querem transformar este País em célula socialista comunista. O Lula tem interesse nisso, pois subvenciona o MST com dinheiro público.

A senadora Kátia Abreu e outros parlamentares têm que bater pé no Congresso e exigir uma tomada de posição do governo federal e do Judiciário para que sejam impedidas essas manifestações arruaceiras, violentas e intimidativas de membros do MST, porque isso vai acabar muito mal. Os demais cidadãos brasileiros não saem em passeatas subvertendo a ordem, para reivindicar os seus direitos ou reclamar as injustiças sofridas. Por que os sem-terra podem? As coisas estão tomando rumos perigosos, e este País pode ficar incontrolável se não for imediatamente imposto um freio policial e jurídico a esses movimentos subversivos do MST.

Por isso, não tenho dúvida em afirmar que está na hora de as Forças Armadas agirem em defesa da ordem social no Brasil. A sociedade ordeira e que paga imposto não pode ficar prejudicada por esses movimentos anarquistas. Que o governo federal cumpra a reforma agrária prometida, mas sem transgredir a propriedade produtiva privada.

*Julio César Cardoso é Bacharel em Direito e servidor federal aposentado

*** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do GP1

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