O tenente-coronel Mauro Cid , ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro , decidiu não comparecer pessoalmente ao julgamento da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal ( STF ) sobre a suposta trama golpista.

Segundo explicou a aliados, a decisão foi tomada a partir da orientação de seus advogados, que avaliaram que a presença de Cid no julgamento não seria juridicamente benéfica. Assim, seus representantes legais estarão no Supremo, enquanto o militar acompanhará o processo de sua casa, localizada na Vila Militar, em Brasília.

Foto: Gustavo Moreno/STF
Mauro Cid

Cid é um dos oito réus do primeiro núcleo do inquérito da suposta trama golpista, cujo julgamento terá início na terça-feira (2) e deve se estender até 12 de setembro. O militar é considerado peça-chave nas investigações devido à sua proximidade com o ex-presidente durante o governo.

Todos os réus têm direito de acompanhar o julgamento presencialmente, inclusive Bolsonaro, que, apesar de cumprir prisão domiciliar, pode solicitar autorização ao STF.