A Polícia Civil prendeu, na manhã de quinta-feira, sete suspeitos de integrar uma quadrilha que roubou dezenas de residências na Grande São Paulo e em bairros nobres da capital paulista. As prisões, divulgadas nesta sexta-feira pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), foram fruto de dois meses de investigação.
Com o grupo - cinco homens e duas mulheres -, os policiais apreenderam sete armas de fogo, munições de vários calibres, dinheiro, um relógio Rolex, joias, computadores e uma grande quantidade de objetos roubados durante assaltos a mansões e chácaras. Quatro dos presos já foram reconhecidos por vítimas.
De acordo com a SSP, a investigação teve início após o roubo a uma chácara em Embu-Guaçu. A quadrilha seria responsável por mais de 20 roubos a residências em três municípios da região metropolitana (Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra e Taboão da Serra), além dos bairros nobres de Alto de Pinheiros, na zona oeste, e Morumbi, na zona sul da capital paulista.
Segundo os investigadores Alessandro Antzuk e Nelson Luiz, da Delegacia do Embu-Guaçu, um dos pontos cruciais da investigação foi o fato de que um dos telefones celulares, levado da casa de um empresário, não foi bloqueado pela vítima. Os policiais, então, pediram autorização da Justiça para monitorar o aparelho e acabaram interceptando ligações para vários celulares do bando. Após o monitoramento das ligações, durante dois meses, a equipe se dividiu para dar cumprimento a dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, feitos simultaneamente às 6h de quinta-feira.
Com o grupo - cinco homens e duas mulheres -, os policiais apreenderam sete armas de fogo, munições de vários calibres, dinheiro, um relógio Rolex, joias, computadores e uma grande quantidade de objetos roubados durante assaltos a mansões e chácaras. Quatro dos presos já foram reconhecidos por vítimas.
De acordo com a SSP, a investigação teve início após o roubo a uma chácara em Embu-Guaçu. A quadrilha seria responsável por mais de 20 roubos a residências em três municípios da região metropolitana (Embu-Guaçu, Itapecerica da Serra e Taboão da Serra), além dos bairros nobres de Alto de Pinheiros, na zona oeste, e Morumbi, na zona sul da capital paulista.
Segundo os investigadores Alessandro Antzuk e Nelson Luiz, da Delegacia do Embu-Guaçu, um dos pontos cruciais da investigação foi o fato de que um dos telefones celulares, levado da casa de um empresário, não foi bloqueado pela vítima. Os policiais, então, pediram autorização da Justiça para monitorar o aparelho e acabaram interceptando ligações para vários celulares do bando. Após o monitoramento das ligações, durante dois meses, a equipe se dividiu para dar cumprimento a dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão, feitos simultaneamente às 6h de quinta-feira.
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