Desde as primeiras horas da manhã de ontem, a cidade de São José dos Campos, a 80 km de São Paulo, é palco de diversos protestos. Organizada por movimentos sindicais, a Jornada Nacional de Lutas conta com a participação de metalúrgicos e moradores, que reivindicam melhorias nas áreas trabalhista e social.
Por volta de 6h, 3 mil trabalhadores da General Motors do Brasil fizeram uma passeata em defesa de reajuste de 17,45% para a categoria. Os metalúrgicos do primeiro turno desceram dos ônibus e seguiram a pé até a portaria da montadora. A entrada dos trabalhadores foi atrasada em pelo menos uma hora.
Em assembleia, os metalúrgicos também repudiaram o projeto, em fase de votação na Câmara de Vereadores, que prevê o reajuste salarial do Legislativo municipal de R$ 8.300 para R$ 15 mil a partir de 2013, representando um aumento de 80,72%.
Cerca de mil moradores de bairros clandestinos também entraram na manifestação, que chegou a parar a Rodovia Presidente Dutra por 20 minutos, na altura do Km 154, reivindicando legalização dos bairros.
Os protestos trabalhista e social ocorreram durante todo o dia e o ponto de encontro dos manifestantes foi a Praça Afonso Pena, na região central de São José dos Campos. Segundo a Polícia Militar, a manifestação foi pacífica e não houve registro de incidentes.
Votação adiada. Na quinta-feira, manifestantes lotaram as galerias da Câmara para protestar contra o projeto de aumento no salário dos vereadores. Apesar do barulho, o projeto não entrou na pauta do dia por divergência entre os vereadores quanto ao índice de reajuste a ser votado.
Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Antônio Donizete Ferreira, o movimento conta com o apoio de estudantes e populares, que prometem continuar a lotar as sessões até que os vereadores desistam do "reajuste escandaloso".
Mesmo sob protestos, os vereadores aprovaram o aumento salarial de 5% para o Executivo, que defendem como correção da inflação. Prefeito, vice-prefeito e secretários receberão o novo salário a partir da publicação da lei, retroativo a maio deste ano.
Por volta de 6h, 3 mil trabalhadores da General Motors do Brasil fizeram uma passeata em defesa de reajuste de 17,45% para a categoria. Os metalúrgicos do primeiro turno desceram dos ônibus e seguiram a pé até a portaria da montadora. A entrada dos trabalhadores foi atrasada em pelo menos uma hora.
Em assembleia, os metalúrgicos também repudiaram o projeto, em fase de votação na Câmara de Vereadores, que prevê o reajuste salarial do Legislativo municipal de R$ 8.300 para R$ 15 mil a partir de 2013, representando um aumento de 80,72%.
Cerca de mil moradores de bairros clandestinos também entraram na manifestação, que chegou a parar a Rodovia Presidente Dutra por 20 minutos, na altura do Km 154, reivindicando legalização dos bairros.
Os protestos trabalhista e social ocorreram durante todo o dia e o ponto de encontro dos manifestantes foi a Praça Afonso Pena, na região central de São José dos Campos. Segundo a Polícia Militar, a manifestação foi pacífica e não houve registro de incidentes.
Votação adiada. Na quinta-feira, manifestantes lotaram as galerias da Câmara para protestar contra o projeto de aumento no salário dos vereadores. Apesar do barulho, o projeto não entrou na pauta do dia por divergência entre os vereadores quanto ao índice de reajuste a ser votado.
Segundo o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Antônio Donizete Ferreira, o movimento conta com o apoio de estudantes e populares, que prometem continuar a lotar as sessões até que os vereadores desistam do "reajuste escandaloso".
Mesmo sob protestos, os vereadores aprovaram o aumento salarial de 5% para o Executivo, que defendem como correção da inflação. Prefeito, vice-prefeito e secretários receberão o novo salário a partir da publicação da lei, retroativo a maio deste ano.
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