A Policia Federal deflagrou nesta quinta feira, 25, a Operação Mar de Lama para desarticular esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresas de alimentação e fornecedoras de merenda escolar em Pernambuco. Segundo a PF, a ação da organização criminosa atingiu várias prefeituras do Estado.
Levantamento preliminar indica que o grupo lavou R$ 1,8 milhão de dinheiro de corrupção. A investigação aponta também desvio de valores relativos a salários de funcionários fantasmas.
A PF descobriu extorsão contra empresários que mantinham contratos com uma administração municipal, visando financiar o caixa dois de campanha de reeleição de prefeito. Na operação, 25 policiais foram mobilizados e seis mandados de condução coercitiva foram cumpridos.
Entre os suspeitos estão dois gerentes de banco, um empresário, um ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes, um servidor público e um estudante. Segundo a PF, todos deverão ser indiciados criminalmente, depois de prestarem depoimento, foram liberados. Outros 50 investigados serão enquadrados nos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, administração fraudulenta de instituição financeira, peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
A investigação foi aberta em 2007 a partir da descoberta de um esquema que abrangia a abertura fraudulenta de contas bancárias, segundo a PF “tituladas por pessoas inexistentes, com uso de documentos falsos, para depósito e subsequente saque de valores decorrentes dos crimes de corrupção e peculato, com a intenção de dificultar o correspondente rastreamento”.
A identificação do grupo decorreu de outro inquérito que aponta “para um largo esquema de corrupção e desvio de verbas públicas envolvendo diversos políticos”. “As investigações focavam a negociação e o pagamento de propina para garantir apoio aos projetos numa espécie de mensalão”, destaca a PF.
Levantamento preliminar indica que o grupo lavou R$ 1,8 milhão de dinheiro de corrupção. A investigação aponta também desvio de valores relativos a salários de funcionários fantasmas.
A PF descobriu extorsão contra empresários que mantinham contratos com uma administração municipal, visando financiar o caixa dois de campanha de reeleição de prefeito. Na operação, 25 policiais foram mobilizados e seis mandados de condução coercitiva foram cumpridos.
Entre os suspeitos estão dois gerentes de banco, um empresário, um ex-vereador de Jaboatão dos Guararapes, um servidor público e um estudante. Segundo a PF, todos deverão ser indiciados criminalmente, depois de prestarem depoimento, foram liberados. Outros 50 investigados serão enquadrados nos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, administração fraudulenta de instituição financeira, peculato, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.
A investigação foi aberta em 2007 a partir da descoberta de um esquema que abrangia a abertura fraudulenta de contas bancárias, segundo a PF “tituladas por pessoas inexistentes, com uso de documentos falsos, para depósito e subsequente saque de valores decorrentes dos crimes de corrupção e peculato, com a intenção de dificultar o correspondente rastreamento”.
A identificação do grupo decorreu de outro inquérito que aponta “para um largo esquema de corrupção e desvio de verbas públicas envolvendo diversos políticos”. “As investigações focavam a negociação e o pagamento de propina para garantir apoio aos projetos numa espécie de mensalão”, destaca a PF.
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