Sobe para 38 o número de municípios que decretaram situação de emergência por conta da cheia no Amazonas, incluindo a capital do Estado. Nesta semana, o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) divulgou novo alerta de cheia e informou que o nível do rio Negro, em Manaus, deve ter pico variando entre 29,40 metros a 30,13 metros. Pouco mais de 64.240 famílias já foram atingidas pela cheia, segundo a Defesa Civil do Estado.
Dos 38 municípios afetados desde fevereiro, 25 já receberam auxílio do Estado e, 120 toneladas de itens de higiene, limpeza, saúde e dormitório foram distribuídos com o auxílio da Força Aérea de Brasileira (FAB). Em Manaus, mais de seis bairros estão em situação precária, entre eles, Aparecida, São Jorge e Raiz. A CPRM, divulgou o novo boletim de cheia e informou que o rio Negro teve pico máximo de cheia entre 29,40 metros a 30,13 metros. O recorde histórico foi registrado em 2009, quando o nível do rio chegou a 29,77 metros.
O gerente de hidrologia da CPRM, Daniel Oliveira, disse que é precipitado afirmar que a cheia deste ano irá superar o recorde registrado, mas explica que devido ao volume do rio Solimões, o rio Negro, fica todo represado em Manaus, o que agrava a situação de quem mora nas margens do rio. "A vazão média do Solimões é de 103 mil metros cúbicos por segundo, enquanto, o rio Negro é três vezes menor, 28,400 metros cúbicos. Sendo assim, o Solimões forma um paredão que barra o escoamento do Negro que provoca a cheia em Manaus", detalhou.
Além da interferência direta do Solimões, que tem como afluentes os rios Juruá, Javari, Purus e Jutaí, o rio Negro é influenciado também pelo volume de rios que vem da Colômbia, Peru e Venezuela. Daniel disse que ainda não é possível saber com exatidão se a cheia na capital se estenderá até junho deste ano. Em 76% das séries históricas, registradas desde 1902, o nível do rio parou de subir em junho, mas é possível que essa parada ocorra no final deste mês. A CPRM irá divulgar um novo boletim de cheia no dia 31 de maio.
Dos 38 municípios afetados desde fevereiro, 25 já receberam auxílio do Estado e, 120 toneladas de itens de higiene, limpeza, saúde e dormitório foram distribuídos com o auxílio da Força Aérea de Brasileira (FAB). Em Manaus, mais de seis bairros estão em situação precária, entre eles, Aparecida, São Jorge e Raiz. A CPRM, divulgou o novo boletim de cheia e informou que o rio Negro teve pico máximo de cheia entre 29,40 metros a 30,13 metros. O recorde histórico foi registrado em 2009, quando o nível do rio chegou a 29,77 metros.
O gerente de hidrologia da CPRM, Daniel Oliveira, disse que é precipitado afirmar que a cheia deste ano irá superar o recorde registrado, mas explica que devido ao volume do rio Solimões, o rio Negro, fica todo represado em Manaus, o que agrava a situação de quem mora nas margens do rio. "A vazão média do Solimões é de 103 mil metros cúbicos por segundo, enquanto, o rio Negro é três vezes menor, 28,400 metros cúbicos. Sendo assim, o Solimões forma um paredão que barra o escoamento do Negro que provoca a cheia em Manaus", detalhou.
Além da interferência direta do Solimões, que tem como afluentes os rios Juruá, Javari, Purus e Jutaí, o rio Negro é influenciado também pelo volume de rios que vem da Colômbia, Peru e Venezuela. Daniel disse que ainda não é possível saber com exatidão se a cheia na capital se estenderá até junho deste ano. Em 76% das séries históricas, registradas desde 1902, o nível do rio parou de subir em junho, mas é possível que essa parada ocorra no final deste mês. A CPRM irá divulgar um novo boletim de cheia no dia 31 de maio.
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