O irreverente artista plástico BABU (Adão Silva - Cuiabá MT) expõe suas peças em Teresina. A exposição “Caótico”, aberta ao público de 05 a 23 de junho, na Casa da Cultura é promovida pelo SESC, por meio do projeto Amazônia das Artes.
Caótico é tudo que lembra o caos, que se assemelha ao caos. Na cultura é a busca incessante por respostas satisfatórias e práticas diferenciadas e urgentes do cotidiano, de nossa existência e do mundo. “Caótico é arte e protesto, arte e reciclagem e reciclagem da arte”.
BABU também vai ministrar uma oficina de grafite, dias 4 e 5 de junho, na Casa da Cultura, das 14 às 18 horas para uma turma de estudantes, artistas e pessoas interessadas na arte do grafite.
Utilizando a lata de spray, a arte grafite se desenvolve no ambiente urbano. Expressa o dinamismo e as cores das ruas. A arte generalizou-se pelo mundo a partir de 1968, quando os muros de Paris foram tomados por inscrições de caráter poético-político. Tornou-e popular e adquiriu forma nas ruas de Nova York.
O grafite chegou ao Brasil em 1970, em São Paulo, através de pichações poéticas e depois com a stencil art (com reprodução seriada). Já nos anos 90, o grafite ampliou sua presença para as periferias no rastro do movimento hip-hop.
Sobre o artista
Adão Silva Segundo nasceu na cidade de Cuiabá (MT), em 1978. Em meados dos anos 90 inicia sua trajetória como ativista de culturas urbanas como skate, cultura hip hop, movimentos estudantis e manifestações anarco-punks. Adão Silva conhece a pichação e a utiliza como forma de protesto nos muros da cidade, então surge o nome BABU como forma de marcar seus manifestos urbanos.
Em 2000, BABU passa a fazer trabalhos de forma mais refinada e se insere no mundo das artes plásticas levado por Sílvio Sartori, artista cuiabano. Ele participa do atelier em escola pública de Cuiabá (MT) e, a partir disso, passa a conhecer e a trabalhar para outros artistas renomados, afastando-se temporariamente das ruas e estudando técnicas de pintura em tela e explorando o mercado. BABU passa a participar de exposições, salões de arte e eventos.
Em 2004 chega a Rio Branco (AC), onde começa a organizar exposições.
Em 2006, ela vai para Salvador (BA), onde participa do projeto Salvador Grafita, como artista contratado e passa estudar gravura, pintura contemporânea e história da arte nas oficinas do Museu de Arte Contemporânea da Bahia. Após esse contato, BABU volta a pintar nas ruas com outros artistas urbanos e tem acesso direto a informações e materiais específicos para grafite. Com isso descobre o poder de repetição serial da imagem com a stencil-art como forma de gravura urbana.
Já no final de 2007 decidido a volta a Rio Branco (AC), pois acreditava que a cidade seria uma folha de papel em branco para seus trabalhos e com a sua vontade já reconhecida de repetir serialmente suas imagens nas ruas.
Isso lhe abriu outra porta que seria as oficinas já que a pintura na rua lhe rendia mais satisfação própria que recursos financeiros passou a ensinar seu trabalho a pessoas que vivem em riscos sociais, através de projetos financiados por iniciativas públicas e privada, mantendo paralelamente seus trabalhos urbanos. Com esse trabalho, veio o reconhecimento através de prêmios, viagens e mais trabalhos.
Atualmente, BABU mora no Rio Branco (AC), onde podemos apreciar os seus trabalhos nos muros, acervos públicos e particulares em várias cidades do Brasil.
Caótico é tudo que lembra o caos, que se assemelha ao caos. Na cultura é a busca incessante por respostas satisfatórias e práticas diferenciadas e urgentes do cotidiano, de nossa existência e do mundo. “Caótico é arte e protesto, arte e reciclagem e reciclagem da arte”.
BABU também vai ministrar uma oficina de grafite, dias 4 e 5 de junho, na Casa da Cultura, das 14 às 18 horas para uma turma de estudantes, artistas e pessoas interessadas na arte do grafite.
Utilizando a lata de spray, a arte grafite se desenvolve no ambiente urbano. Expressa o dinamismo e as cores das ruas. A arte generalizou-se pelo mundo a partir de 1968, quando os muros de Paris foram tomados por inscrições de caráter poético-político. Tornou-e popular e adquiriu forma nas ruas de Nova York.
Imagem: Trabalhos de BABU
Trabalhos de BABU
Trabalhos de BABUO grafite chegou ao Brasil em 1970, em São Paulo, através de pichações poéticas e depois com a stencil art (com reprodução seriada). Já nos anos 90, o grafite ampliou sua presença para as periferias no rastro do movimento hip-hop.
Sobre o artista
Adão Silva Segundo nasceu na cidade de Cuiabá (MT), em 1978. Em meados dos anos 90 inicia sua trajetória como ativista de culturas urbanas como skate, cultura hip hop, movimentos estudantis e manifestações anarco-punks. Adão Silva conhece a pichação e a utiliza como forma de protesto nos muros da cidade, então surge o nome BABU como forma de marcar seus manifestos urbanos.
Em 2000, BABU passa a fazer trabalhos de forma mais refinada e se insere no mundo das artes plásticas levado por Sílvio Sartori, artista cuiabano. Ele participa do atelier em escola pública de Cuiabá (MT) e, a partir disso, passa a conhecer e a trabalhar para outros artistas renomados, afastando-se temporariamente das ruas e estudando técnicas de pintura em tela e explorando o mercado. BABU passa a participar de exposições, salões de arte e eventos.
Em 2004 chega a Rio Branco (AC), onde começa a organizar exposições.
Em 2006, ela vai para Salvador (BA), onde participa do projeto Salvador Grafita, como artista contratado e passa estudar gravura, pintura contemporânea e história da arte nas oficinas do Museu de Arte Contemporânea da Bahia. Após esse contato, BABU volta a pintar nas ruas com outros artistas urbanos e tem acesso direto a informações e materiais específicos para grafite. Com isso descobre o poder de repetição serial da imagem com a stencil-art como forma de gravura urbana.
Já no final de 2007 decidido a volta a Rio Branco (AC), pois acreditava que a cidade seria uma folha de papel em branco para seus trabalhos e com a sua vontade já reconhecida de repetir serialmente suas imagens nas ruas.
Isso lhe abriu outra porta que seria as oficinas já que a pintura na rua lhe rendia mais satisfação própria que recursos financeiros passou a ensinar seu trabalho a pessoas que vivem em riscos sociais, através de projetos financiados por iniciativas públicas e privada, mantendo paralelamente seus trabalhos urbanos. Com esse trabalho, veio o reconhecimento através de prêmios, viagens e mais trabalhos.
Atualmente, BABU mora no Rio Branco (AC), onde podemos apreciar os seus trabalhos nos muros, acervos públicos e particulares em várias cidades do Brasil.

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