O Ministério Público do Rio Grande do Sul oferece denúncia à Justiça contra os suspeitos pelo incêndio da boate Kiss, de Santa Maria, nesta terça-feira. Os promotores de Justiça Joel de Oliveira Dutra e Maurício Trevisan concluíram a análise das 13 mil páginas do inquérito policial na segunda-feira. Se a Justiça abrir processo, eles passarão à condição de réus. A tragédia ocorreu na madrugada de 27 de janeiro e matou 241 pessoas.
O inquérito policial indiciou 16 pessoas. Nove delas, incluindo os donos da boate e dois integrantes do conjunto musical que se apresentava na casa, foram acusadas de homicídio doloso, com dolo eventual, quando o responsável assume o risco de matar. Quatro funcionários municipais que teriam falhado na emissão de alvarás ou na fiscalização foram indiciados por homicídio culposo. Dois bombeiros foram indiciados por fraude processual e um ex-sócio da Kiss por falso testemunho. A polícia também apontou responsabilidades de outras 12 pessoas, entre as quais o prefeito Cezar Schirmer (PMDB), que serão processadas, se for o caso, pelo Tribunal de Justiça e pela Justiça Militar.
O inquérito policial indiciou 16 pessoas. Nove delas, incluindo os donos da boate e dois integrantes do conjunto musical que se apresentava na casa, foram acusadas de homicídio doloso, com dolo eventual, quando o responsável assume o risco de matar. Quatro funcionários municipais que teriam falhado na emissão de alvarás ou na fiscalização foram indiciados por homicídio culposo. Dois bombeiros foram indiciados por fraude processual e um ex-sócio da Kiss por falso testemunho. A polícia também apontou responsabilidades de outras 12 pessoas, entre as quais o prefeito Cezar Schirmer (PMDB), que serão processadas, se for o caso, pelo Tribunal de Justiça e pela Justiça Militar.
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