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A vigilância deve aumentar após suspeita de Ebola negada no país

Depois de os exames descartarem infecção em guineense, Ministério da Saúde se mobiliza para que todas as unidades de saúde estejam atentas e possíveis novos suspeitos.

Imagem: Marcus Vinícius Pinto / TerraClique para ampliar Os médicos José Serbino Neto e MarilIia Santin e o vice-presidente da Fiocruz, Valcler Rangel (ao centro)(Imagem:Marcus Vinícius Pinto / Terra) Os médicos José Serbino Neto e MarilIia Santin e o vice-presidente da Fiocruz, Valcler Rangel (ao centro)
Depois que os exames diagnosticaram negativo a primeira suspeita do caso de Ebola no Brasil, a vigilância aumenta. Segundo informações do site Terra, há uma grande mobilização do Ministério da Saúde, para que todas as unidades de saúde do País estejam alertas para eventuais vítimas.

O vice-presidente da Fiocruz, Valcler Rangel, diz que as suspeitas podem acontecer novamente, pois a epidemia está ocorrendo em plano mundial. Por esse motivo, ele afirma que o país deve se manter alerta e organizado.

"Ele ficou assustado com a repercussão do caso e quer privacidade porque teme algum tipo de represália em sua volta", afirmou o médico José Serbino Neto que tratou do paciente suspeito de ter ebola.

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