O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) conseguiu novo mandado de prisão para o sargento Lourival Moreira da Silva, um dos 25 PMs acusados de envolvimento no desaparecimento e morte do pedreiro Amarildo de Souza. Ele havia conseguido liberdade provisória no dia 13 de março e foi solto na mesma semana.
A decisão que revogou a liberdade do acusado foi tomada nesta quinta-feira (20). O MP impetrou mandado de segurança e conseguiu liminar que suspendeu a decisão da juíza Daniella Alvarez Prado, da 35ª Vara Criminal, que havia revogado a prisão do sargento.
Ao solicitar a revogação da liberdade provisória, o GAECO argumentou que o sargento Lourival poderia prejudicar a instrução criminal, por meio de coação de testemunhas e/ou fraude processual. Ele responde, entre outros, pelo crime de tortura seguida de morte. Outro PM acusado de envolvimento no caso teve pedido de habeas corpus recentemente negado, o que também subsidiou a argumentação do MP.
Amarildo sumiu após ser levado por policiais militares para ser interrogado na sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) durante a "Operação Paz Armada", de combate ao tráfico na comunidade, entre os dias 13 e 14 de julho de 2013. Com informações do G1.
A decisão que revogou a liberdade do acusado foi tomada nesta quinta-feira (20). O MP impetrou mandado de segurança e conseguiu liminar que suspendeu a decisão da juíza Daniella Alvarez Prado, da 35ª Vara Criminal, que havia revogado a prisão do sargento.
Imagem: Káthia Mello
MP revoga pedido de liberdade de um dos acusados do caso Amarildo.
MP revoga pedido de liberdade de um dos acusados do caso Amarildo.Ao solicitar a revogação da liberdade provisória, o GAECO argumentou que o sargento Lourival poderia prejudicar a instrução criminal, por meio de coação de testemunhas e/ou fraude processual. Ele responde, entre outros, pelo crime de tortura seguida de morte. Outro PM acusado de envolvimento no caso teve pedido de habeas corpus recentemente negado, o que também subsidiou a argumentação do MP.
Amarildo sumiu após ser levado por policiais militares para ser interrogado na sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) durante a "Operação Paz Armada", de combate ao tráfico na comunidade, entre os dias 13 e 14 de julho de 2013. Com informações do G1.
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