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Novos profissionais do Mais Médicos chegarão em SP

Municípios paulistas terão 1,3 mil do total de participantes da quarta fase do programa.

O Estado de São Paulo receberá cerca de um terço dos 4,3 mil profissionais da terceira fase do programa Mais Médicos, anunciou nesta sexta-feira, 21, na capital paulista, o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Ele participou da aula inaugural do curso de formação dado para os médicos participantes do programa. O treinamento, de três semanas, está sendo realizado simultaneamente em seis cidades. Além de São Paulo, oferecem o curso os municípios de Gravatá (PE), Porto Alegre (RS), Brasília (DF), Guarapari (ES) e Fortaleza (CE).

Imagem: DivulgaçãoClique para ampliarSão Paulo receberá novos profissionais do Mais Médicos(Imagem:Divulgação)São Paulo receberá novos profissionais do Mais Médicos
Após o curso, os profissionais passarão por avaliação e serão encaminhados para os Estados onde irão trabalhar. Dos 4,3 mil médicos da quarta fase, 4 mil são cubanos e 1.304 atuarão em municípios paulistas. A data prevista para o início do atendimento é 22 de abril.

Com a nova remessa, São Paulo vai quase triplicar o número de médicos do programa federal. Nas três primeiras fases, o Estado recebeu 819 profissionais. Com a quarta etapa, o número vai saltar para 2.123.

Segundo Chioro, São Paulo está recebendo mais médicos agora porque outros Estados, mais vulneráveis, foram priorizados nas três primeiras fases do programa.

Com a quarta e última etapa do programa, o número de médicos do programa chega a 13,3 mil em todo o País. Mais de 11 mil são cubanos. Segundo o ministro, não há previsão de trazer mais profissionais ao País por meio do projeto. A ideia agora, diz ele, é melhorar o processo de formação de médicos no Brasil.

“Agora, é investir fundamentalmente num esforço coordenado pelo Ministério da Educação de ampliação do número de vagas do curso de graduação em Medicina e de residência médica e de mudanças que estão sendo discutidas no âmbito do Conselho Nacional de Educação das diretrizes nacionais curriculares para a graduação em Medicina, priorizando a atenção básica, e a urgência e emergência”, afirmou. Com informações do Estadão.

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