A degeneração dos protestos de rua em atos de vandalismo e destruição colocou em alerta empresas de segurança privada na cidade de São Paulo. No último dia 13, agentes de segurança se infiltraram na marcha contra a Copa do Mundo na capital paulista para monitorar a movimentação dos black blocs, baderneiros mascarados que aproveitam os atos para depredar a cidade.
Dezenas de repórteres registraram o terceiro protesto contra a Copa. Em geral, as equipes de imprensa são facilmente identificáveis: andam em grupo, portam equipamentos e crachás e se posicionam à frente da marcha. No dia 13, entre fotógrafos e cinegrafistas, um homem de mochila nas costas tirava dezenas de fotos dos manifestantes com o celular. Os manifestantes chegaram a apontá-lo como um "P2", sigla para identificar um policial disfarçado.
Além dele, homens de terno preto, sem identificação nem uniforme, se posicionaram ao redor dos manifestantes no Largo da Batata, local de concentração da passeata em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Discretos, mantiveram olhos atentos sobre o grupo – naquele momento, com 600 pessoas, mas que chegaria a cerca de 1.500 nas horas seguintes.
Além da tática de inteligência com os "olheiros-fotógrafos", as empresas enviam seguranças à paisana para tentar ouvir os planos dos líderes dos atos ainda na concentração. Os centros comerciais também gravam imagens com câmeras externas e posicionam carros blindados na área externa para intimidar a aproximação.
O monitoramento prévio de redes sociais serve para dimensionar o tamanho do aparato de segurança e do efetivo de prontidão. Além de adotar ações preventivas como recolher móveis e equipamentos externos e solicitar a presença da Polícia Militar. Hotéis, restaurantes, hospitais, lojas de departamento e supermercados também adotaram novas ações preventivas após o ano passado. Com informações da Veja.
Dezenas de repórteres registraram o terceiro protesto contra a Copa. Em geral, as equipes de imprensa são facilmente identificáveis: andam em grupo, portam equipamentos e crachás e se posicionam à frente da marcha. No dia 13, entre fotógrafos e cinegrafistas, um homem de mochila nas costas tirava dezenas de fotos dos manifestantes com o celular. Os manifestantes chegaram a apontá-lo como um "P2", sigla para identificar um policial disfarçado.
Além dele, homens de terno preto, sem identificação nem uniforme, se posicionaram ao redor dos manifestantes no Largo da Batata, local de concentração da passeata em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. Discretos, mantiveram olhos atentos sobre o grupo – naquele momento, com 600 pessoas, mas que chegaria a cerca de 1.500 nas horas seguintes.
Imagem: Felipe Frazão
Empresas monitoram protesto contra copa.
Empresas monitoram protesto contra copa.Além da tática de inteligência com os "olheiros-fotógrafos", as empresas enviam seguranças à paisana para tentar ouvir os planos dos líderes dos atos ainda na concentração. Os centros comerciais também gravam imagens com câmeras externas e posicionam carros blindados na área externa para intimidar a aproximação.
O monitoramento prévio de redes sociais serve para dimensionar o tamanho do aparato de segurança e do efetivo de prontidão. Além de adotar ações preventivas como recolher móveis e equipamentos externos e solicitar a presença da Polícia Militar. Hotéis, restaurantes, hospitais, lojas de departamento e supermercados também adotaram novas ações preventivas após o ano passado. Com informações da Veja.
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