Nesta quinta-feira a justiça determinou a prisão de mais dois policiais militares no caso da mulher arrastada no Rio de Janeiro depois de uma ação da PM no Morro da Congonha, em Madureira. Depois de levar um tiro, a mulher foi colocada dentro da mala do carro da polícia, em seguida seu corpo caiu no chão e foi arrastado pela rua.
O 1º tenente Rodrigo Medeiros Boaventura, comandante da guarnição que fez a ação que resultou na morte de Claudia, e o 2º sargento Zaqueu de Jesus Pereira Bueno, segundo em comando na mesma guarnição, tiveram a prisão temporária, por 30 dias, decretada pelo juiz Murilo Kieling.
Os três PMs que estavam no carro que arrastou o corpo de Claudia Ferreira por cerca de 350 metros estão proibidos de realizar atividades voltadas ao trabalho externo de segurança pública em vias públicas; se aproximar a menos de trezentos metros da Comunidade da Congonha; e ter contato com qualquer testemunha do inquérito, inclusive por meio telefônico ou eletrônico. Porém, todos ainda estão soltos.
Foi feito um pedido de liberdade por parte da defesa dos PMs no dia 19 deste mês que foi concedido pelo Ministério Público que alegou que ainda não há elementos suficientes para fazer uma denúncia que mantenha os acusados na cadeia. Com informações do O Globo.
O 1º tenente Rodrigo Medeiros Boaventura, comandante da guarnição que fez a ação que resultou na morte de Claudia, e o 2º sargento Zaqueu de Jesus Pereira Bueno, segundo em comando na mesma guarnição, tiveram a prisão temporária, por 30 dias, decretada pelo juiz Murilo Kieling.
Imagem: Agência O GloboClique para ampliar
Justiça decreta prisão de mais dois PMs envolvidos no caso de mulher arrastada .
Além disso o juíz revogou a prisão preventiva e decretou prisão temporária, por 30 dias, de Ronald Felipe dos Santos, de 18 anos. O jovem foi atingido por tiros dos policiais e quando foi preso disse que Claudia estava em um local onde o policial podia vê-la.
Justiça decreta prisão de mais dois PMs envolvidos no caso de mulher arrastada .Os três PMs que estavam no carro que arrastou o corpo de Claudia Ferreira por cerca de 350 metros estão proibidos de realizar atividades voltadas ao trabalho externo de segurança pública em vias públicas; se aproximar a menos de trezentos metros da Comunidade da Congonha; e ter contato com qualquer testemunha do inquérito, inclusive por meio telefônico ou eletrônico. Porém, todos ainda estão soltos.
Foi feito um pedido de liberdade por parte da defesa dos PMs no dia 19 deste mês que foi concedido pelo Ministério Público que alegou que ainda não há elementos suficientes para fazer uma denúncia que mantenha os acusados na cadeia. Com informações do O Globo.
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