O Plano de Resíduos Sólidos, que será apresentado nesta quarta-feira (2), pelo prefeito Fernando Haddad (PT), tem como meta reduzir nos próximos 20 anos, 98,2% para 20% o volume de lixo gerado pela capital paulista que é despejado nos aterros sanitários.
Espera-se que até 2033 ao menos 30% dos paulistanos tratem os resíduos orgânicos domiciliares dentro de suas casas, o que correspondem a 51% das 20,1 mil toneladas de lixo coletado por dia na cidade.
Dois mil equipamentos deverão ser distribuídos para que as pessoas façam a compostagem dos restos de alimentos, que viram adubo após o tratamento.
"O objetivo é reter o máximo possível os orgânicos e diminuir o lixo destinado aos aterros", disse o presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Silvano Silvério da Costa.
O novo plano adequa o sistema de coleta da Prefeitura ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos (2010), é o que assegura o secretário municipal de Serviços, Simão Pedro.
"Fizemos uma opção radical pela reciclagem, em vez de apostar em outras resoluções, como incineração do lixo", afirmou.
O plano municipal prevê a construção de quatro centrais de reciclagem para os resíduos secos, como latas, vidros, plásticos e papéis. Duas delas, nos bairros Ponte Pequena (região central) e Interlagos (zona sul), devem ser inauguradas em junho. As demais só devem entrar em operação em 2016.
Até, 2016, no fim da gestão de Haddad, está previsto que 96 distritos da capital estejam cobertos com a coleta seletiva. Hoje, apenas 75 distritos, que correspondem a 42% dos domicílios paulistanos, recebem a coleta segregada de resíduos.
Com inspiração na Alemanha e Espanha, irão ser criado ecoparques, para lixos úmidos como: caixas de pizza, papel higiênico e fraldas descartáveis. Esse local separa o que é possível ser reciclado do que é rejeito e deve ir para os aterros.
O plano também inclui meta da gestão Haddad de compostar 100% do lixo das 880 feiras livres até 2016. Com informações do Estadão.
Espera-se que até 2033 ao menos 30% dos paulistanos tratem os resíduos orgânicos domiciliares dentro de suas casas, o que correspondem a 51% das 20,1 mil toneladas de lixo coletado por dia na cidade.
Dois mil equipamentos deverão ser distribuídos para que as pessoas façam a compostagem dos restos de alimentos, que viram adubo após o tratamento.
"O objetivo é reter o máximo possível os orgânicos e diminuir o lixo destinado aos aterros", disse o presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Silvano Silvério da Costa.
O novo plano adequa o sistema de coleta da Prefeitura ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos (2010), é o que assegura o secretário municipal de Serviços, Simão Pedro.
"Fizemos uma opção radical pela reciclagem, em vez de apostar em outras resoluções, como incineração do lixo", afirmou.
O plano municipal prevê a construção de quatro centrais de reciclagem para os resíduos secos, como latas, vidros, plásticos e papéis. Duas delas, nos bairros Ponte Pequena (região central) e Interlagos (zona sul), devem ser inauguradas em junho. As demais só devem entrar em operação em 2016.
Até, 2016, no fim da gestão de Haddad, está previsto que 96 distritos da capital estejam cobertos com a coleta seletiva. Hoje, apenas 75 distritos, que correspondem a 42% dos domicílios paulistanos, recebem a coleta segregada de resíduos.
Com inspiração na Alemanha e Espanha, irão ser criado ecoparques, para lixos úmidos como: caixas de pizza, papel higiênico e fraldas descartáveis. Esse local separa o que é possível ser reciclado do que é rejeito e deve ir para os aterros.
O plano também inclui meta da gestão Haddad de compostar 100% do lixo das 880 feiras livres até 2016. Com informações do Estadão.


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