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Assistente social ajudou a matar o menino Bernardo Boldrini por R$ 20 mil

Edelvânia Wirganovicz está presa, assim como o pai da criança e sua atual mulher.

A assistente social Edelvânia Wirganovicz admitiu para a polícia, ter ajudado a matar o menino Bernardo Boldrini, 11, por R$20 mil.

"Era muito dinheiro e não teria sangue nem faca, era só abrir um buraco e ajudar a colocar dentro o menino", disse Edelvania. Estão presos o pai (Leandro Boldrini), a atual mulher (Graciele Ugulini) e a assistente social.

Imagem: DivulgaçãoMulher ajudou a matar Bernardo por R$ 20 mil.(Imagem:Divulgação)Mulher ajudou a matar Bernardo por R$ 20 mil.

A mulher disse aos policiais que o combinado seria matar e esconder o corpo do garoto sem o pai saber.  "Ele não sabia, mas, futuramente, ele ia dar graças de se livrar do incômodo, porque Bernardo era muito agitado", teria ouvido da madrasta do menino.

Bernardo foi levado à cidade de Frederico Westphalen, vizinha a Três Passos, onde mora, com a justificativa de visitar uma "benzedeira", no dia 4 de abril. Conforme o depoimento, Edelvania e Graciele, "mandaram ele deitar sobre uma toalha de banho cor azul. Graciele aplicou na veia do braço esquerdo com uma seringa e ele foi apagando".

O menino foi despedido e colocado na cova, feita dias antes por Edelvania. As duas não chegaram a conferir que Bernardo tinha pulsação. Graciele jogou soda - para que o corpo fosse consumido mais rápido - e tapou Bernardo com pedras e terra.

A atual mulher do pai do garoto, já teria tentado matar o menino asfixiando-o. Bernardo tinha dito isso para uma babá que avisou a avó mater do garoto. Através de seu advogado, a aposentada Jussara Uglione comunicou a rede de proteção à criança de Três Passos - Conselho Tutelar e MP -, mas aparentemente a resposta tardou a ser dada.

Edelvania disse que recebeu R$ 6 mil, usado para pagar uma parcela do apartamento adquirido por R$ 96 mil. O acerto total seria R$ 20 mil. Entretanto, Graciele teria se disposto a pagar o total que faltava para quitar o apartamento. Com informações do Estadão.

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