Na noite de sábado (26), mais de 30 tiros foram disparados dentro do 2º Distrito Policial de Santo André, no ABC, segundo o delegado Roberto Von Haydin. A ação aconteceu por um erro de interpretação por parte dos policiais do distrito.
O médico Ricardo Seiti Assanome levou um tiro na cabeça. Ele tinha ido a delegacia registrar um boletim de ocorrência por causa de um acidente de trânsito. Na tarde de domingo, o médico veio a óbito. Foram baleados também o policial civil e um homem que tinha ido à delegacia retirar o carro roubado localizado pela polícia. Ambos permanecem internados.
De acordo coma Secretaria da Segurança Pública, os policiais confundiram a entrada de um policial militar à paisana que buscava abrigo no distrito com um ataque de bandidos. A chegada do policial, que, de fato, fugia de bandidos que o perseguiam, provocou tumulto no interior do estabelecimento.
O médico e outras pessoas que estavam na delegacia correram para dentro das áreas internas do distrito policial. A noiva do médico disse que ao ouvirem os disparos todos deitaram no chão e ninguém viu mais nada.
Devido o tumulto, um agente de telecomunicações da delegacia passou a atirar contra estas pessoas, pensando que fossem marginais invadindo a delegacia. O tiro que acertou o agente de telecomunicações foi disparado por engano por um investigador.
Ainda segundo a SSP, os criminosos que perseguiam o policial à paisana fugiram assim que viram o policial entrando na delegacia.
A Corregedoria da Polícia Civil autuou o agente de telecomunicações em flagrante por tentativa de homicídio. Com a confirmação da morte na tarde deste domingo, ele deverá responder ao inquérito por homicídio simples. O investigador que atirou no agente de telecomunicações também será responderá a processo disciplinar. Com informações do G1.
O médico Ricardo Seiti Assanome levou um tiro na cabeça. Ele tinha ido a delegacia registrar um boletim de ocorrência por causa de um acidente de trânsito. Na tarde de domingo, o médico veio a óbito. Foram baleados também o policial civil e um homem que tinha ido à delegacia retirar o carro roubado localizado pela polícia. Ambos permanecem internados.
De acordo coma Secretaria da Segurança Pública, os policiais confundiram a entrada de um policial militar à paisana que buscava abrigo no distrito com um ataque de bandidos. A chegada do policial, que, de fato, fugia de bandidos que o perseguiam, provocou tumulto no interior do estabelecimento.
O médico e outras pessoas que estavam na delegacia correram para dentro das áreas internas do distrito policial. A noiva do médico disse que ao ouvirem os disparos todos deitaram no chão e ninguém viu mais nada.
Devido o tumulto, um agente de telecomunicações da delegacia passou a atirar contra estas pessoas, pensando que fossem marginais invadindo a delegacia. O tiro que acertou o agente de telecomunicações foi disparado por engano por um investigador.
Ainda segundo a SSP, os criminosos que perseguiam o policial à paisana fugiram assim que viram o policial entrando na delegacia.
A Corregedoria da Polícia Civil autuou o agente de telecomunicações em flagrante por tentativa de homicídio. Com a confirmação da morte na tarde deste domingo, ele deverá responder ao inquérito por homicídio simples. O investigador que atirou no agente de telecomunicações também será responderá a processo disciplinar. Com informações do G1.

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