Foram apreendidas duas primas adolescentes de 14 e 16 anos, no Centro de Internação Provisória (CIP), em Macapá, suspeitas de estuprar gêmeos de 6 anos. De acordo com a Delegacia de Investigação em Atos Infracionais (Deiai), as menores teriam gravado com um aparelho celular a relação sexual que tiveram com os garotos e compartilhado as filmagens nas redes sociais através do aplicativo Whatsapp. Os meninos são primos das adolescentes.
Os garotos também são beijados na boca pela mesma jovem. As imagens foram registradas pela adolescente de 14 anos. A reprodução tem duração de 58 segundos. “Fiquei estarrecido quando vi as imagens”, resumiu indignado o delegado Plínio Roriz.
Através de uma denúncia anônima a Polícia Civil conseguiu ter acesso ao vídeo e assim pode chegar às adolescentes depois de reconhecer a jovem de 16 anos. Ela tem passagem pela Delegacia de Investigação de Atos Infracionais por ameaça e lesão corporal.
No inquérito policial foi concluido que a mídia é recente e foi solicitado ao Ministério Público do Estado do Amapá (MP/AP) a apreensão das duas adolescentes. Ambas foram indiciadas por estupro de vulnerável, corrupção de menores de violação ao artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe expor filmagens de “sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança”. A pena para essa infração é de três a seis anos de reclusão, de acordo com o ECA.
A investigação foi concluída em duas semanas após a polícia receber o vídeo, no início de março de 2014. O inquérito foi encaminhado a Promotoria da Criança e Adolescente, que pediu a apreensão das adolescentes à Vara da Infância e da Juventude.
Segundo o delegado Plínio Roriz, ambas disseram em depoimento que foi a primeira vez que teriam praticado o ato libidinoso.
O conselheiro tutelar da Zona Sul de Macapá João Bosco também recebeu a denúncia e registrou o episódio na delegacia. Ele disse que os crimes de estupro tornaram-se comuns na capital. Bosco ainda ressaltou que em cerca de 80% dos casos, os menores não denunciam os abusos por medo dos agressores. Com informações do G1.
Imagem: Abinoan Santiago/G1Clique para ampliar
Adolescentes são suspeitas de abusar de gêmeos de 6 anos.
No vídeo, os dois meninos estão nus em cima de uma cama e são supostamente abusados pela adolescente de 16 anos. No início das filmagens, a menor aparece fazendo sexo oral em uma das crianças e acaricia as partes íntimas da outra.
Adolescentes são suspeitas de abusar de gêmeos de 6 anos.Os garotos também são beijados na boca pela mesma jovem. As imagens foram registradas pela adolescente de 14 anos. A reprodução tem duração de 58 segundos. “Fiquei estarrecido quando vi as imagens”, resumiu indignado o delegado Plínio Roriz.
Através de uma denúncia anônima a Polícia Civil conseguiu ter acesso ao vídeo e assim pode chegar às adolescentes depois de reconhecer a jovem de 16 anos. Ela tem passagem pela Delegacia de Investigação de Atos Infracionais por ameaça e lesão corporal.
No inquérito policial foi concluido que a mídia é recente e foi solicitado ao Ministério Público do Estado do Amapá (MP/AP) a apreensão das duas adolescentes. Ambas foram indiciadas por estupro de vulnerável, corrupção de menores de violação ao artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que proíbe expor filmagens de “sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança”. A pena para essa infração é de três a seis anos de reclusão, de acordo com o ECA.
A investigação foi concluída em duas semanas após a polícia receber o vídeo, no início de março de 2014. O inquérito foi encaminhado a Promotoria da Criança e Adolescente, que pediu a apreensão das adolescentes à Vara da Infância e da Juventude.
Segundo o delegado Plínio Roriz, ambas disseram em depoimento que foi a primeira vez que teriam praticado o ato libidinoso.
O conselheiro tutelar da Zona Sul de Macapá João Bosco também recebeu a denúncia e registrou o episódio na delegacia. Ele disse que os crimes de estupro tornaram-se comuns na capital. Bosco ainda ressaltou que em cerca de 80% dos casos, os menores não denunciam os abusos por medo dos agressores. Com informações do G1.
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