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Rodoviários e outras categorias pararam suas atividades no Rio

Professores, engenheiros e profissionais da cultura pedem melhorias.

Assim como os rodoviários, outras categorias declararam greve nesta terça-feira (13). Algumas categorias como vigilantes, engenheiros da prefeitura e profissionais da cultura, pedem melhorias salariais.

Imagem: Daniel Silveira/G1Rodoviários e outras categorias pedem melhorias no trabalho.(Imagem:Daniel Silveira/G1)Rodoviários e outras categorias pedem melhorias no trabalho.

Já dura dezenove dias a greve dos vigilantes bancários, eles pedem um aumento de 10% no salário, porém as empresas só oferecem 7%. De acordo com o sindicato, 60% dos vigilantes pararam suas atividades nesta terça.

Algumas agência bancárias não estão aceitando depósito em dinheiro como medida de segurança, além de não realizar saques e depósitos na boca do caixa. Somente através dos caixas eletrônicos que os correntistas estão podendo tirar dinheiro.

Em uma lei federal está claro que são necessários pelo menos dois vigilantes trabalhando simultaneamente para a agência abrir novamente. Os professores da rede municipal e estadual de ensino também pararam suas atividades.

A Secretaria Estadual de Educação e a Secretaria Municipal de Educação informaram que a adesão dos professores foi de apenas de 0,3%. Já o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe), disse que 60% dos professores na rede municipal e 30% na estadual não deram aulas.

Os professores reivindicam 1/3 da carga horária fora da sala de aula para o planejamento das atividades, redução da jornada de trabalho de 40 para 30 horas semanais e reajuste salarial de 20 por cento.

Desde segunda-feira (12), os servidores do Ministério da Cultura também declararam greve. O movimento paralisou todos os museus administrados diretamente pelo Instituo Brasileiro de Museus (Ibram), entre eles, o Museu Nacional de Belas Artes, o Museu Histórico Nacional e a Biblioteca Nacional.

A categoria pede equiparação salarial com servidores de outras agências nacionais. A greve é por tempo indeterminado. Com informações do G1.

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