A reunião que teve duração de duas horas e meia com representantes dos policiais civis, que estão em greve há dois dias e com o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), ficou prometido nesta quinta-feira (22), atender a principal reivindicação de incorporação aos salários de um benefício de R$ 850.
Porém o governador afirmou que necessita fazer estudos sobre o impacto nas contas do Estado e não se comprometeu com uma data específica para o início do pagamento.
"É um pleito justo que eles fazem há 12 anos. Quero atender essa incorporação da gratificação, mas tenho que ver os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, não podemos perder as conquistas que alcançamos nos últimos sete anos", afirmou o governador.
De acordo com Pezão, os profissionais da área de segurança obteram reajuste de 11,16% em março deste ano e, nos últimos sete anos, o aumento total nos salários de bombeiros, policiais civis e militares e agentes penitenciários foi 147%.
"Eles tiveram conquistas que nenhuma categoria no Estado têm". Com informações do Estadão.
Porém o governador afirmou que necessita fazer estudos sobre o impacto nas contas do Estado e não se comprometeu com uma data específica para o início do pagamento.
"É um pleito justo que eles fazem há 12 anos. Quero atender essa incorporação da gratificação, mas tenho que ver os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, não podemos perder as conquistas que alcançamos nos últimos sete anos", afirmou o governador.
De acordo com Pezão, os profissionais da área de segurança obteram reajuste de 11,16% em março deste ano e, nos últimos sete anos, o aumento total nos salários de bombeiros, policiais civis e militares e agentes penitenciários foi 147%.
"Eles tiveram conquistas que nenhuma categoria no Estado têm". Com informações do Estadão.

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