Na quarta-feira (21), policiais Civil, Militar e Federal informaram que não há sinais de greve no período da Copa do Mundo, que vai de 12 de junho a 13 de julho. Apesar disso, eles não descartam fazer manifestações durante os eventos do Mundial.
Os policiais entregaram um documento ao Ministério da Justiça, em que pedem diálogo para a reestruturação da segurança pública no país. Os policiais querem uma atualização da legislação do setor, começando pelo Código Processual Penal e a desmilitarização da polícia.
“Não temos a intenção de fazer greve durante os jogos. Muito pelo contrário, queremos demonstrar que somo importantes e vamos trabalhar até fora do nosso horário, se necessário. Mas queremos deixar claro que depois da Copa do Mundo a segurança pública vai ser a mesma de sempre para o povo brasileiro. Para os que vêm de outros países haverá sensação de segurança, mas só durante os jogos, os turistas voltando para casa, a segurança brasileira vai ser essa do jeito que está, um caos”, avaliou o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Gandra. Com informações da Agência Brasil
Os policiais entregaram um documento ao Ministério da Justiça, em que pedem diálogo para a reestruturação da segurança pública no país. Os policiais querem uma atualização da legislação do setor, começando pelo Código Processual Penal e a desmilitarização da polícia.
Imagem: Reprodução
Greve de policiais durante a Copa do Mundo é descartada
Greve de policiais durante a Copa do Mundo é descartada “Não temos a intenção de fazer greve durante os jogos. Muito pelo contrário, queremos demonstrar que somo importantes e vamos trabalhar até fora do nosso horário, se necessário. Mas queremos deixar claro que depois da Copa do Mundo a segurança pública vai ser a mesma de sempre para o povo brasileiro. Para os que vêm de outros países haverá sensação de segurança, mas só durante os jogos, os turistas voltando para casa, a segurança brasileira vai ser essa do jeito que está, um caos”, avaliou o presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis, Jânio Gandra. Com informações da Agência Brasil
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