Na manhã desta terça-feira (27) os rodoviários de São Luís, no Maranhão, deixaram 100% dos ônibus nas garagens. A população da capital maranhense não pôde recorrer ao transporte público.No sábado, os rodoviários foram autuados em R$ 96 mil pela Justiça do Trabalho por descumprir a determinação de colocar 70% da frota nas ruas de São Luís.
“A multa aplicada pelo TRT-MA foi injusta e já recorremos. No primeiro dia de greve, na quinta-feira, 22, nós cumprimos a Lei de Greve e colocamos 30% da frota na rua. Nos quatro dias seguintes, circularam os 70% dos ônibus determinados pela Justiça, mas mesmo assim a Justiça manteve a multa e os empresários não ofereceram nenhuma contraproposta às nossas reivindicações. Não tivemos outra saída senão parar 100% dos ônibus”, diz Gilson Coimbra, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Maranhão (Sttrema).
Os cinco terminais de ônibus da cidade – Praia Grande, São Cristóvão, Cohama, Cohab e Maracanã – amanheceram vazios.
Os rodoviários reivindicam o reajuste salarial de 16%; reajuste no tíquete-alimentação de R$ 365 para R$ 500; redução da jornada de trabalho de sete para seis horas diárias; e inclusão de mais um dependente no plano de saúde. Com informações do Extra
“A multa aplicada pelo TRT-MA foi injusta e já recorremos. No primeiro dia de greve, na quinta-feira, 22, nós cumprimos a Lei de Greve e colocamos 30% da frota na rua. Nos quatro dias seguintes, circularam os 70% dos ônibus determinados pela Justiça, mas mesmo assim a Justiça manteve a multa e os empresários não ofereceram nenhuma contraproposta às nossas reivindicações. Não tivemos outra saída senão parar 100% dos ônibus”, diz Gilson Coimbra, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Maranhão (Sttrema).
Imagem: Clarissa Carramilo/G1
Terminal de Integração no bairro São Cristõvão amanheceu vazio nesta terça
Terminal de Integração no bairro São Cristõvão amanheceu vazio nesta terçaOs cinco terminais de ônibus da cidade – Praia Grande, São Cristóvão, Cohama, Cohab e Maracanã – amanheceram vazios.
Os rodoviários reivindicam o reajuste salarial de 16%; reajuste no tíquete-alimentação de R$ 365 para R$ 500; redução da jornada de trabalho de sete para seis horas diárias; e inclusão de mais um dependente no plano de saúde. Com informações do Extra
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