Cerca de 1.200 pessoas na Zona Sul de São Paulo no Jardim São Luís foram desalojados de aproximadamente 300 barracos nesta manhã de quinta-feira (29). A Polícia Militar acompanhou a reintegração de posse do terreno que pertence a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).
Os moradores que estão na área desde abril dizem não ter para onde ir e como forma de reação, alguns deles tocaram fogo em madeiras e fizeram barricada no local. A Polícia Militar usou bombas de gás contra a manifestação. Somente a partir das 10h30, a desocupação foi pacífica.
Johny Maicon da Silva, um morador e afirma que não irão sair. "Cadê a assistência social? A gente quer moradia. A Copa está aí e gastando quanto? Nós não queremos brigar, mas a gente volta de novo, se tirarem a gente", diz. Outro morador, Erivaldo Andrade, de 45 anos, criticou a PM. "Foi covardia. Tinha criança no meio. Jogaram umas nove bombas... Cinco horas da manhã, já acordamos com bomba".
A PM afirma que foi necessária a ação. E que o serviço de ambulâncias Samu, estava próximo ao local. Mas, nenhuma criança precisou ser atendida.
Com Informações do G1
Os moradores que estão na área desde abril dizem não ter para onde ir e como forma de reação, alguns deles tocaram fogo em madeiras e fizeram barricada no local. A Polícia Militar usou bombas de gás contra a manifestação. Somente a partir das 10h30, a desocupação foi pacífica.
Imagem: Marco Ambrósio
Policiais militares acompanham a reintegração de posse de um terreno no Jardim São Luiz, zona sul de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (29)
Duas ruas tiveram que ser interditadas. A Secretaria da Segurança Pública afirma que desde 16 de maio os moradores vinham sendo avisados sobre a reintegração. Uma reunião foi realizada com moradores e seus advogados, representantes da CDHU e da PM. Os moradores que participaram desta última reunião se comprometeram a avisar os demais sobre a ordem judicial, segundo a secretaria.
Policiais militares acompanham a reintegração de posse de um terreno no Jardim São Luiz, zona sul de São Paulo, na manhã desta quinta-feira (29)Johny Maicon da Silva, um morador e afirma que não irão sair. "Cadê a assistência social? A gente quer moradia. A Copa está aí e gastando quanto? Nós não queremos brigar, mas a gente volta de novo, se tirarem a gente", diz. Outro morador, Erivaldo Andrade, de 45 anos, criticou a PM. "Foi covardia. Tinha criança no meio. Jogaram umas nove bombas... Cinco horas da manhã, já acordamos com bomba".
A PM afirma que foi necessária a ação. E que o serviço de ambulâncias Samu, estava próximo ao local. Mas, nenhuma criança precisou ser atendida.
Com Informações do G1
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