As empresas de ônibus do Rio irão acionar a Justiça nesta sexta-feira (9) com objetivo de processar criminalmente as lideranças da greve que para a cidade na quinta-feira (8). A informação foi passada pelo presidente da Rio Ônibus, Lelis Teixeira.
Segundo o presidente, a Justiça Trabalhista já foi acionada e a entidade também irá recorrer ao Ministério Público para evitar novas paralisações semelhantes. De acordo com Texeira, foi pedido ao Tribunal Regional do Trabalho, na quinta-feira, que seja declarada a abusividade e ilegalidade do movimento.
Ao MP a entidade irá pedir uma ação na qual impeça novas ações semelhantes fora da legalidade de um movimento grevista. A categoria deve comunicar com antecedência, ter uma representação legal para negociar e também manter um funcionamento mínimo para atendimento à população.
Foi garantido um reajuste salarial de 10% à categoria no acordo firmado com o sindicato dos rodoviários. A Rio Ônibus descarta a possibilidade de novas negociações. "Nós não vamos dialogar com pessoas que usam da violência contra a própria categoria para afirmar seus interesses que provavelmente são outros que não os dos rodoviários", afirmou Lelis Teixeira. Com informações do G1.
Segundo o presidente, a Justiça Trabalhista já foi acionada e a entidade também irá recorrer ao Ministério Público para evitar novas paralisações semelhantes. De acordo com Texeira, foi pedido ao Tribunal Regional do Trabalho, na quinta-feira, que seja declarada a abusividade e ilegalidade do movimento.
Imagem: Daniel Silveira / G1
Empresas de ônibus irão processar grevistas.
Empresas de ônibus irão processar grevistas.Ao MP a entidade irá pedir uma ação na qual impeça novas ações semelhantes fora da legalidade de um movimento grevista. A categoria deve comunicar com antecedência, ter uma representação legal para negociar e também manter um funcionamento mínimo para atendimento à população.
Foi garantido um reajuste salarial de 10% à categoria no acordo firmado com o sindicato dos rodoviários. A Rio Ônibus descarta a possibilidade de novas negociações. "Nós não vamos dialogar com pessoas que usam da violência contra a própria categoria para afirmar seus interesses que provavelmente são outros que não os dos rodoviários", afirmou Lelis Teixeira. Com informações do G1.
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