As fortes chuvas na cidade de Natal causaram dois deslizamentos de terra que deixaram mais de 50 famílias desabrigadas. A população começa contabilizar os prejuízos e se mobilizam para dar suporte aos desalojados. Pelo menos 20 casas desabaram e uma rua desapareceu no ponto mais crítico. A prefeitura decretou calamidade pública na cidade.
Entre a manhã da última sexta-feira (13) e o final da manhã do domingo (16), o índice de chuva registrado ultrapassou os 330 milímetros, mais do que a média para todo mês de junho. A expectativa agora é o envio de engenheiros da Secretaria Nacional de Defesa Civil, que virão colaborar com os técnicos locais na solução do problema causado pelo temporal no bairro de Mãe Luiza, local de origem da areia que soterrou cinco veículos no sábado, e também na comunidade do Jacó, onde casas desabaram.
O decreto foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira e permite as forças que compõem a Defesa Civil "penetrar nas casas para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação". Além disso, foram autorizados os "processos de desapropriação, por utilidade pública, de propriedades particulares comprovadamente localizadas em áreas de risco intensificado de desastre". Com informações do Terra
Imagem: Reprodução
A população começa contabilizar os prejuízos e se mobilizam para dar suporte aos desalojados.
A população começa contabilizar os prejuízos e se mobilizam para dar suporte aos desalojados.Entre a manhã da última sexta-feira (13) e o final da manhã do domingo (16), o índice de chuva registrado ultrapassou os 330 milímetros, mais do que a média para todo mês de junho. A expectativa agora é o envio de engenheiros da Secretaria Nacional de Defesa Civil, que virão colaborar com os técnicos locais na solução do problema causado pelo temporal no bairro de Mãe Luiza, local de origem da areia que soterrou cinco veículos no sábado, e também na comunidade do Jacó, onde casas desabaram.
O decreto foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira e permite as forças que compõem a Defesa Civil "penetrar nas casas para prestar socorro ou para determinar a pronta evacuação". Além disso, foram autorizados os "processos de desapropriação, por utilidade pública, de propriedades particulares comprovadamente localizadas em áreas de risco intensificado de desastre". Com informações do Terra
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