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Repórteres da Globo usam disfarces para cobrir manifestações

Os profissionais usaram roupas casuais e microfone conopla (o cubo com a logomarca do canal).

As Manifestações dos black blocs causaram o ferimento de jornalistas que faziam a cobertura da manifestação MPL (Movimento Passe Livre) , em São Paulo, . Entretanto, a Rede Globo encontrou uma forma de mostrar os protestos garantindo a segurança dos seus jornalistas.


Imagem: DivulgaçãoA rede Globo mandou repórteres desfaçados (Imagem:Divulgação)A rede Globo mandou repórteres desfaçados 
Os repórteres foram às ruas usando roupas casuais, já que geralmente vão de terno e gravata. Além disso, utilizaram microfone sem conopla (o cubo com a logomarca do canal). No jornal “Bom dia São Paulo”, a camuflagem foi utilizada pelo repórter Bruno Tavares que se misturou a multidão e fez a cobertura do ato. A emissora ainda enviou produtores com câmeras semiprofissional para obter imagens.

As manifestações ocorridas na noite anterior não foram mostradas e narradas por nenhum repórter em campo. No jornal Nacional, as imagens foram narradas por César Galvão a bordo do Globocop e William Bonn. Já no SBT, Fábio Diamante, se arriscou e apareceu no local. O carro da TV Gazeta de São Paulo teve seus vidros quebrado por manifestantes. Com informações do G1

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