Nesta quinta-feira (26), os servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), declararam que devem prosseguir com a greve. A paralisação acabou impedindo a divulgação dos dados de uma pesquisa sobre o mercado de trabalho feito em duas das seis regiões metropolitanos do país.
A diretora da ASSIBGE-SN, Ana Magni, explicou que a greve traz implicações, mas é preciso seguir no esforço. "Sabemos que o esforço grevista tem implicações sim. Mas vamos seguir no esforço", afirmou. Ela também comentou o fato da pesquisa sobre o mercado de trabalho ter sido prejudicada. "Mais e mais dados serão prejudicados daqui para frente se não for recomposto o quadro técnico”, disse.
“Daqui para frente, (vocês) sempre tem de se perguntar o que está sendo divulgado e em que medida está retratando de fato a realidade brasileira. Sabemos que vai depender da nossa pressão coletiva, da nossa organização, conquistar o futuro melhor para o IBGE, portanto, não desistiremos", finalizou Ana.
Foram disponibilizados os dados sobre a taxa de desemprego em São Paulo, região metropolitana com maior peso na pesquisa, ficou em 5,1% em maio, ante 5,2% em abril. No Rio de Janeiro, a taxa foi de 3,4% em maio, ante 3,5% em abril. Em Belo Horizonte, a taxa de desocupação passou de 3,6% em abril para 3,8% em maio. No Recife, a taxa saiu de 6,3% em abril para 7,2% em maio. Com informações do msn
Imagem: Divulgação
Servidores do IBGE decidiram manter a greve
Servidores do IBGE decidiram manter a greveA diretora da ASSIBGE-SN, Ana Magni, explicou que a greve traz implicações, mas é preciso seguir no esforço. "Sabemos que o esforço grevista tem implicações sim. Mas vamos seguir no esforço", afirmou. Ela também comentou o fato da pesquisa sobre o mercado de trabalho ter sido prejudicada. "Mais e mais dados serão prejudicados daqui para frente se não for recomposto o quadro técnico”, disse.
“Daqui para frente, (vocês) sempre tem de se perguntar o que está sendo divulgado e em que medida está retratando de fato a realidade brasileira. Sabemos que vai depender da nossa pressão coletiva, da nossa organização, conquistar o futuro melhor para o IBGE, portanto, não desistiremos", finalizou Ana.
Foram disponibilizados os dados sobre a taxa de desemprego em São Paulo, região metropolitana com maior peso na pesquisa, ficou em 5,1% em maio, ante 5,2% em abril. No Rio de Janeiro, a taxa foi de 3,4% em maio, ante 3,5% em abril. Em Belo Horizonte, a taxa de desocupação passou de 3,6% em abril para 3,8% em maio. No Recife, a taxa saiu de 6,3% em abril para 7,2% em maio. Com informações do msn
Ver todos os comentários | 0 |