O tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta terça-feira (03), no seu site oficial, que a identificação biométrica elaborada para que todos os brasileiros sejam identificados com a impressão digital, só irá funcionar para todos a partir de 2018. Segundo o site, inicialmente será feita o processamento de 23 milhões de eleitores.
A empresa escolhida para fazer o processo de cadastro biométrico será a Griaule, que é especializada em biometria. De acordo com a publicação no site do TSE, a empresa assinará um contrato de R$ 82 milhões, durante o período de dois anos, com sistema de verificação de impressão digital. Além disso, será estabelecido um banco de dados em larga escala, para armazenar os registros.
Inicialmente, segundo o site, o reconhecimento começará com o processamento de 23 milhões de cadastros biométricos de eleitores. Após o recolhimento desses dados, o sistema processa os dados e armazena em um banco de dados. O TSE irá finalizar o processamento antes das eleições de outubro deste ano. Já na segunda fase, o programa deve garantir cerca de 52,8 milhões de impressões digitais.
De acordo com Felipe Bergo, pesquisador da empresa contratada, é um processo complexo. "Para ter uma ideia da complexidade da tarefa, é importante ressaltar que são coletadas as digitais dos dez dedos de cada pessoa. Assim, o software de reconhecimento terá de processar um volume de dados da ordem de quintilhões", acrescentou o pesquisador da empresa.
O processo de informatização já vem ocorrendo desde 2010, no entanto, o TSE conta com apenas 15% digitais registrados dos 142,4 milhões de eleitores. Além do mais, para total implantação, será necessário um supercomputador com um servidor com aproximadamente 1.500 núcleos de processamento. O primeiro turno será no dia 05 de outubro.
Com informações do site terra
A empresa escolhida para fazer o processo de cadastro biométrico será a Griaule, que é especializada em biometria. De acordo com a publicação no site do TSE, a empresa assinará um contrato de R$ 82 milhões, durante o período de dois anos, com sistema de verificação de impressão digital. Além disso, será estabelecido um banco de dados em larga escala, para armazenar os registros.
Inicialmente, segundo o site, o reconhecimento começará com o processamento de 23 milhões de cadastros biométricos de eleitores. Após o recolhimento desses dados, o sistema processa os dados e armazena em um banco de dados. O TSE irá finalizar o processamento antes das eleições de outubro deste ano. Já na segunda fase, o programa deve garantir cerca de 52,8 milhões de impressões digitais.
De acordo com Felipe Bergo, pesquisador da empresa contratada, é um processo complexo. "Para ter uma ideia da complexidade da tarefa, é importante ressaltar que são coletadas as digitais dos dez dedos de cada pessoa. Assim, o software de reconhecimento terá de processar um volume de dados da ordem de quintilhões", acrescentou o pesquisador da empresa.
O processo de informatização já vem ocorrendo desde 2010, no entanto, o TSE conta com apenas 15% digitais registrados dos 142,4 milhões de eleitores. Além do mais, para total implantação, será necessário um supercomputador com um servidor com aproximadamente 1.500 núcleos de processamento. O primeiro turno será no dia 05 de outubro.
Com informações do site terra

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