A professora Mariana Cristina Justulin, de 27 anos, foi aprovada em um concurso público no interior de São Paulo. No entanto, ela foi impedida de assumir o cargo por ter sido considerada obesa. Mariana, que é professora de inglês e português, já trabalhou em várias outras escolas, mas dessa vez foi barrada.
Em uma rede social, Mariana desabafou e diz ter sido descriminada. “A confiabilidade e seriedade de um concurso podem ser verificadas pela coerência da apresentação de critérios de exclusão em seu edital. Se o IMC é um fator desclassificatório, por que não há no edital nenhuma menção sobre isso? Caso soubesse dessa condição, não teria estudado e gastado tanto dinheiro, a fim de provar o que já sei: possuo saúde e capacidade”, disse.
“Deixo claro que lutarei até o fim para conquistar definitivamente esse cargo, que obtive com muito esforço e dedicação. Sou professora, tenho mérito e competência para exercer meu ofício. Em épocas de luta contra o bullying, o próprio governo, com critérios fúteis e leis obsoletas, exerce sobre cidadãos uma espécie de discriminação e coerção muito mais agressivas das praticadas pela sociedade”, acrescentou.
Assim como todos os outros candidatos, a professora fez os exames de saúde exigidos e todos deram normal. Entretanto, na publicação do Diário Oficial, ela foi considerada inapta pelos peritos. O DPME utilizou o IMC, que segundo a Organização Mundial de Saúde, é a principal referência para classificar os candidatos. Com informações do terra.
Em uma rede social, Mariana desabafou e diz ter sido descriminada. “A confiabilidade e seriedade de um concurso podem ser verificadas pela coerência da apresentação de critérios de exclusão em seu edital. Se o IMC é um fator desclassificatório, por que não há no edital nenhuma menção sobre isso? Caso soubesse dessa condição, não teria estudado e gastado tanto dinheiro, a fim de provar o que já sei: possuo saúde e capacidade”, disse.
“Deixo claro que lutarei até o fim para conquistar definitivamente esse cargo, que obtive com muito esforço e dedicação. Sou professora, tenho mérito e competência para exercer meu ofício. Em épocas de luta contra o bullying, o próprio governo, com critérios fúteis e leis obsoletas, exerce sobre cidadãos uma espécie de discriminação e coerção muito mais agressivas das praticadas pela sociedade”, acrescentou.
Assim como todos os outros candidatos, a professora fez os exames de saúde exigidos e todos deram normal. Entretanto, na publicação do Diário Oficial, ela foi considerada inapta pelos peritos. O DPME utilizou o IMC, que segundo a Organização Mundial de Saúde, é a principal referência para classificar os candidatos. Com informações do terra.

Ver todos os comentários | 0 |