Foram soltos na madrugada desta quinta-feira (17) doze dos 19 ativistas detidos em uma operação da Polícia Civil no último sábado (12). Os manifestantes soltos deixaram o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, após uma decisão judicial expedida ontem. Segundo a polícia, o grupo é suspeito de planejar manifestações violentas no dia do encerramento do mundial.
Cinco ativistas seguem presos, incluindo Elisa de Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, que foi presa em Porto Alegre e encaminhada para o Rio de Janeiro. Sininho ficou famosa por sua atuação nos protestos que tiveram início em 2013. Começou a ser investigada após a prisão do jovem Fabio Raposo, acusado pela morte do cinegrafista da Rede Bandeirantes, Santiago Ilídio Andrade, durante um protesto no Rio de Janeiro.
A prisão dos ativistas recebeu críticas da sociedade civil. A seccional carioca da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) e o Instituto de Defesa dos Direitos Humanos repudiara a prisão com base na argumentação do possível dano futuro dos manifestantes. Entre os detidos está uma professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que, em nota oficial assinada pelo reitor, Ricardo Vieralves, também questionou as prisões. Com informações do Terra
Imagem: Guilherme Brito / G1
A prisão dos ativistas recebeu críticas da sociedade civil.
A prisão dos ativistas recebeu críticas da sociedade civil.Cinco ativistas seguem presos, incluindo Elisa de Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, que foi presa em Porto Alegre e encaminhada para o Rio de Janeiro. Sininho ficou famosa por sua atuação nos protestos que tiveram início em 2013. Começou a ser investigada após a prisão do jovem Fabio Raposo, acusado pela morte do cinegrafista da Rede Bandeirantes, Santiago Ilídio Andrade, durante um protesto no Rio de Janeiro.
A prisão dos ativistas recebeu críticas da sociedade civil. A seccional carioca da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) e o Instituto de Defesa dos Direitos Humanos repudiara a prisão com base na argumentação do possível dano futuro dos manifestantes. Entre os detidos está uma professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), que, em nota oficial assinada pelo reitor, Ricardo Vieralves, também questionou as prisões. Com informações do Terra
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