Airton Dias, presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Roraima (Fecomércio-RR), é acusado de assédio sexual. Algumas ex-funcionárias que dizem terem passado por situações constrangedoras sexualmente enquanto faziam parte de Federação, movem essa ação.
No total, são dois processos que tramitam na Justiça, e um procedimento corre em sigilo no Ministério Público do Trabalho (MPT). Além do cargo de presidente da Fecomcércio, Dias também é secretário estadual de Cultura.
Segundo a Justiça, nas denúncias que foram feitas, as três ex-funcionárias dizem afirmam ter recebido diversos convites de natureza sexual dentro do local de trabalho. Uma delas diz ter sido “perseguida” e logo depois de recusar propostas para viagens a sós com o chefe, pediu demissão. Outra, diz que foi demitida depois de se recusar a fazer sexo com ele.
"Uma vez, durante uma reunião de negócios na Guiana, eu estava trabalhando e ele, o "seu Dias", lambeu a minha orelha na frente de todo mundo. Fiquei muito constrangida, porque havia empresários e ministros no local. Senti tanta vergonha que pedi licença e saí de lá", lembrou uma ex-funcionária.
"Quando era obrigada a ir a sala dele para resolver algo do trabalho, ele vinha para cima de mim e me fazia uma série de propostas sexuais. Recusei todas e por isso fui perseguida dentro da instituição e demitida", disse outra.
Ainda de acordo com a ex-funcionária, o presidente da Fecomércio a convidou para viajar e “conhecer lugares fascinantes”, a condição é que eles deveriam dividir o mesmo quarto e ela deveria “cuidar muito bem dele”. A ex-funcionária recusou a proposta e por isso foi chamada de “burra” por Dias.
Airton Dias é acusado por pelo menos três ex-funcionárias, um delas disse também que ele “passava a mão, a apertava e a abraçava pelas costas". As investidas, segundo ela, ocorriam dentro do local de trabalho e na frente de outros funcionários, o que, segundo ela, também configurou assédio moral.
Os processos na Justiça tramitam em segredo. Para o início de agosto, as primeiras audiências estão marcadas. Com Informações do G1
No total, são dois processos que tramitam na Justiça, e um procedimento corre em sigilo no Ministério Público do Trabalho (MPT). Além do cargo de presidente da Fecomcércio, Dias também é secretário estadual de Cultura.
Segundo a Justiça, nas denúncias que foram feitas, as três ex-funcionárias dizem afirmam ter recebido diversos convites de natureza sexual dentro do local de trabalho. Uma delas diz ter sido “perseguida” e logo depois de recusar propostas para viagens a sós com o chefe, pediu demissão. Outra, diz que foi demitida depois de se recusar a fazer sexo com ele.
"Uma vez, durante uma reunião de negócios na Guiana, eu estava trabalhando e ele, o "seu Dias", lambeu a minha orelha na frente de todo mundo. Fiquei muito constrangida, porque havia empresários e ministros no local. Senti tanta vergonha que pedi licença e saí de lá", lembrou uma ex-funcionária.
"Quando era obrigada a ir a sala dele para resolver algo do trabalho, ele vinha para cima de mim e me fazia uma série de propostas sexuais. Recusei todas e por isso fui perseguida dentro da instituição e demitida", disse outra.
Ainda de acordo com a ex-funcionária, o presidente da Fecomércio a convidou para viajar e “conhecer lugares fascinantes”, a condição é que eles deveriam dividir o mesmo quarto e ela deveria “cuidar muito bem dele”. A ex-funcionária recusou a proposta e por isso foi chamada de “burra” por Dias.
Airton Dias é acusado por pelo menos três ex-funcionárias, um delas disse também que ele “passava a mão, a apertava e a abraçava pelas costas". As investidas, segundo ela, ocorriam dentro do local de trabalho e na frente de outros funcionários, o que, segundo ela, também configurou assédio moral.
Os processos na Justiça tramitam em segredo. Para o início de agosto, as primeiras audiências estão marcadas. Com Informações do G1

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