O Superior Tribunal de Justiça (STJ), por meio do ministro Gurgel de Faria, rejeitou o pedido de habeas corpus do técnico em informática Guilherme Raymo Longo, acusado de matar o menor Joaquim Ponte Marques, de três anos, em novembro de 2013. Com a decisão, o técnico vai continuar preso na Penitenciária de Tremembé (SP).
A defesa de Longo questionou decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que indeferiu pedido de liminar em habeas corpus para que sua prisão preventiva fosse revogada.
A defesa reiterou o pedido, alegando excesso de prazo no encerramento da primeira fase de admissibilidade da acusação. O técnico está preso cautelarmente desde novembro de 2013 e, segundo a defesa, ainda não foi designado o interrogatório, já que se aguarda a oitiva de uma testemunha de defesa da corré Natália Mingoni Ponte, mãe do menor.
Imagem: Reprodução
Guilherme Raymo Longo
Guilherme Raymo LongoA defesa de Longo questionou decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que indeferiu pedido de liminar em habeas corpus para que sua prisão preventiva fosse revogada.
A defesa reiterou o pedido, alegando excesso de prazo no encerramento da primeira fase de admissibilidade da acusação. O técnico está preso cautelarmente desde novembro de 2013 e, segundo a defesa, ainda não foi designado o interrogatório, já que se aguarda a oitiva de uma testemunha de defesa da corré Natália Mingoni Ponte, mãe do menor.
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