O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Dias Toffoli, manteve a prisão preventiva de Nelsivan Marques de Carvalho, conhecido como professor Nelsinho, denunciado pelo Ministério Público da Paraíba como mentor intelectual do assassinato do casal Washington Luís Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira.
O crime aconteceu na noite de 29 de março do ano passado, em Campina Grande (PB). O ministro negou a liminar requerida no Habeas Corpus (HC) 127407, impetrado pela defesa do professor.
Nelsivan e Washington eram sócios na Faculdade de Ciências Humanas da Paraíba (Sapiens). O crime ocorreu depois da festa de casamento de Nelsivan, do qual Washington e Lúcia foram padrinhos. O casal foi morto a tiros no local, tendo um segurança sido baleado.
Imagem: Reprodução
A decisão foi tomada pelo ministro Dias Toffoli
A decisão foi tomada pelo ministro Dias ToffoliO crime aconteceu na noite de 29 de março do ano passado, em Campina Grande (PB). O ministro negou a liminar requerida no Habeas Corpus (HC) 127407, impetrado pela defesa do professor.
Nelsivan e Washington eram sócios na Faculdade de Ciências Humanas da Paraíba (Sapiens). O crime ocorreu depois da festa de casamento de Nelsivan, do qual Washington e Lúcia foram padrinhos. O casal foi morto a tiros no local, tendo um segurança sido baleado.
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