Com o carnaval se aproximando, o agente da Polícia Federal Newton Ishii, conhecido por sempre está presente nas prisões da Operação Lava Jato, se tornou a principal aposta para conter a previsão de queda nas vendas das tradicionais máscaras de figuras ilustres da política brasileira. A partir desta quarta-feira (6), o rosto de Ishii passará a compor o catálogo de uma fábrica de máscaras do Rio de Janeiro.
Segundo O Globo, a empresaria Olga Valles, disse que como não se trata de uma figura pública, e a fabrica não possue o direito de imagem, o jeito vai ser recorrer a um “japonês da federal" genérico. Olga ainda lamentou a queda de 30% nas encomendas para a folia deste ano e espera que a máscara faça sucesso no carnaval.
Crise nas vendas
Gilvan José dos Santos, representante de Casa Turuna disse que a crise chegou às lojas do Rio de Janeiro. Nesse ano só há sobras o ano passado, principalmente réplicas da ex-ministra Marina Silva, que não conquistaram os foliões.
“Se não houver procura até 15 de janeiro, não vamos fazer pedidos aos fornecedores. Tínhamos uma demanda maior na época do Lula. De um tempo pra cá, vem diminuindo. Alguns clientes estão tão revoltados que nem máscaras querem mais usar”, afirma Gilvan José dos Santos.
Imagem: Editoria de arte
Newton Ishii ficou conhecido por participar das prisões na Operação Lava Jato
Newton Ishii ficou conhecido por participar das prisões na Operação Lava JatoSegundo O Globo, a empresaria Olga Valles, disse que como não se trata de uma figura pública, e a fabrica não possue o direito de imagem, o jeito vai ser recorrer a um “japonês da federal" genérico. Olga ainda lamentou a queda de 30% nas encomendas para a folia deste ano e espera que a máscara faça sucesso no carnaval.
Crise nas vendas
Gilvan José dos Santos, representante de Casa Turuna disse que a crise chegou às lojas do Rio de Janeiro. Nesse ano só há sobras o ano passado, principalmente réplicas da ex-ministra Marina Silva, que não conquistaram os foliões.
“Se não houver procura até 15 de janeiro, não vamos fazer pedidos aos fornecedores. Tínhamos uma demanda maior na época do Lula. De um tempo pra cá, vem diminuindo. Alguns clientes estão tão revoltados que nem máscaras querem mais usar”, afirma Gilvan José dos Santos.
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