Um ofício enviado no dia 27 de janeiro à Samarco exige que a empresa apresente hoje (17), as complementações do Plano Ambiental do Rio Doce. A exigência é do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renovavéis – Ibama.
Segundo uma análise do Ibama, o plano apresentado foi caracterizado como ‘superficial’, pois não apontou detalhes precisos sobre quantidade, tipos, distribuição e riscos de extinção da flora atingida. O projeto também não traz o impacto real da tragédia na fauna terrestre e aquática e outras questões importantes. Implica-se que a empresa esteja com o intuito de minimizar o desastre.
Relembre o caso
A mineradora brasileira Samarco, fundada em 1977, foi a responsável pelo rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana (MG), no dia 05 de novembro de 2015. O episódio, considerado como o maior desastre ambiental do Brasil, ocasionou a morte de 17 pessoas e o desaparecimento de outras duas.
Segundo uma análise do Ibama, o plano apresentado foi caracterizado como ‘superficial’, pois não apontou detalhes precisos sobre quantidade, tipos, distribuição e riscos de extinção da flora atingida. O projeto também não traz o impacto real da tragédia na fauna terrestre e aquática e outras questões importantes. Implica-se que a empresa esteja com o intuito de minimizar o desastre.
Imagem: ABr
Rio Doce
Rio DoceRelembre o caso
A mineradora brasileira Samarco, fundada em 1977, foi a responsável pelo rompimento da barragem de Fundão, na cidade de Mariana (MG), no dia 05 de novembro de 2015. O episódio, considerado como o maior desastre ambiental do Brasil, ocasionou a morte de 17 pessoas e o desaparecimento de outras duas.
Ver todos os comentários | 0 |