O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) deflagrou greve geral para todas as categorias, após uma assembleia realizada na manhã desta sexta-feira (26).
Algumas classes já tinham paralisado as suas atividades, como por exemplo, professores, enfermeiros, odontólogos e agentes de trânsito, de acordo com informações do Diário do Nordeste.
Na última quinta-feira (25), o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE), através da desembargadora Maria Iraneide Moura Silva, decretou como ilegal a greve dos professores. A juíza do TJ-CE determinou multa de R$ 100 mil por dia, caso a classe prevaleça com a paralisação. O sindicato deve recorrer da decisão.
Está previsto para a próxima segunda-feira (29), uma reunião com a prefeitura e o Sindifort para uma tentativa de acordo. Os servidores lutam por um reajuste salarial de 19,46%. A prefeitura lançou uma proposta de 11,43% parcelado sob o salário.
Além disso, a classe reivindica o fim da terceirização, a implantação do piso nacional e plano de cargos, a garantia do pagamento de pensões e aposentadorias, inclusão no Programa Habitacional para os que não possuem residência própria e carreiras e salários para agentes de saúde e endemias.
Algumas classes já tinham paralisado as suas atividades, como por exemplo, professores, enfermeiros, odontólogos e agentes de trânsito, de acordo com informações do Diário do Nordeste.
Imagem: Sindifort
Greve dos servidores municipais de Fortaleza
Greve dos servidores municipais de FortalezaNa última quinta-feira (25), o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJ-CE), através da desembargadora Maria Iraneide Moura Silva, decretou como ilegal a greve dos professores. A juíza do TJ-CE determinou multa de R$ 100 mil por dia, caso a classe prevaleça com a paralisação. O sindicato deve recorrer da decisão.
Está previsto para a próxima segunda-feira (29), uma reunião com a prefeitura e o Sindifort para uma tentativa de acordo. Os servidores lutam por um reajuste salarial de 19,46%. A prefeitura lançou uma proposta de 11,43% parcelado sob o salário.
Além disso, a classe reivindica o fim da terceirização, a implantação do piso nacional e plano de cargos, a garantia do pagamento de pensões e aposentadorias, inclusão no Programa Habitacional para os que não possuem residência própria e carreiras e salários para agentes de saúde e endemias.
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