Por conta da gravação telefônica entre o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff feita pela Polícia Federal e divulgada para a imprensa pelo juiz federal Sérgio Moro – responsável Operação Lava Jato na primeira instância - o Governo brasileiro está cogitando a troca do atual diretor-geral da PF, Leandro Daiello, segundo o jornal "Folha de São Paulo".
A reportagem publicada nesta segunda-feira (21) diz que o Planalto perdeu a confiança em Leandro após a gravação das ligações. A publicação dos áudios gerou uma série de críticas entre juristas e setores do governo.
Ainda segundo a Folha, a escolha para o novo nome deverá ser feita em até 30 dias pelo novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Conforme a legislação, o diretor deve fazer parte do quadro de delegados da corporação, a chamada "classe especial", que caracteriza o maior nível da carreira.
Em entrevista à Folha no último sábado (19), Eugênio Aragão afirmou que não vai “tolerar vazamentos de investigações”. O ministro foi empossado na quinta-feira (17), no lugar de Wellington César Lima e Silva, que ficou apenas 11 dias a frente do cargo.
Entretanto, de acordo com o G1, o ministério da Justiça emitiu uma nota afirmando ter “plena confiança” em Leandro. Ele comanda a direção da PF há cinco anos. Confira na íntegra a resposta à reportagem:
O ministério da Justiça informa que o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, continua gozando de plena confiança por parte do ministro da Justiça e não há nenhuma decisão sobre a sua substituição.
Imagem: Polícia Federal
Diretor-geral da PF, Leandro Daiello
Diretor-geral da PF, Leandro DaielloA reportagem publicada nesta segunda-feira (21) diz que o Planalto perdeu a confiança em Leandro após a gravação das ligações. A publicação dos áudios gerou uma série de críticas entre juristas e setores do governo.
Ainda segundo a Folha, a escolha para o novo nome deverá ser feita em até 30 dias pelo novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Conforme a legislação, o diretor deve fazer parte do quadro de delegados da corporação, a chamada "classe especial", que caracteriza o maior nível da carreira.
Em entrevista à Folha no último sábado (19), Eugênio Aragão afirmou que não vai “tolerar vazamentos de investigações”. O ministro foi empossado na quinta-feira (17), no lugar de Wellington César Lima e Silva, que ficou apenas 11 dias a frente do cargo.
Entretanto, de acordo com o G1, o ministério da Justiça emitiu uma nota afirmando ter “plena confiança” em Leandro. Ele comanda a direção da PF há cinco anos. Confira na íntegra a resposta à reportagem:
O ministério da Justiça informa que o diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, continua gozando de plena confiança por parte do ministro da Justiça e não há nenhuma decisão sobre a sua substituição.
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