Uma pesquisa inédita feita no Estado do Ceará detectou a presença do vírus Zika em sete macacos de diferentes espécies. Essa é a primeira vez que primatas são encontrados contaminados no Brasil. As informações são do ‘Diário do Nordeste’.
Segundo a reportagem, os testes foram realizados de julho a novembro do ano passado, onde coletou amostras de 24 animais de variadas espécies. Depois eles foram marcados com microchips e devolvidos ao seu habitat original.
Os animais infectados foram dois saguis e um macaco prego encontrado na serra, outros dois saguis e um macaco prego na caatinga e um mico achado na região costeira do Estado cearense. Um deles inclusive era tratado como animal de estimação. Segundo registro, esses locais abrangem Fortaleza, Tabuleiro do Norte, Guaraciaba do Norte e São Benedito.
Os materiais genéticos colhidos foram estudados por pesquisadores da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Pasteur de São Paulo. O diagnóstico apontou que 29% das amostras tinham o vírus com 100% de semelhança com os da América do Sul.
Os animais foram capturados para uma pesquisa sobre a raiva, mas os pesquisadores acabaram descobrindo o Zika, o que caracteriza que a doença pode ser ainda mais complicada do que se imaginava. O relatório da descoberta foi publicado no portal ‘Biorxiv’ sobre a detecção do vírus entre os primatas neotropicais do Brasil.
Segundo a reportagem, os testes foram realizados de julho a novembro do ano passado, onde coletou amostras de 24 animais de variadas espécies. Depois eles foram marcados com microchips e devolvidos ao seu habitat original.
Os animais infectados foram dois saguis e um macaco prego encontrado na serra, outros dois saguis e um macaco prego na caatinga e um mico achado na região costeira do Estado cearense. Um deles inclusive era tratado como animal de estimação. Segundo registro, esses locais abrangem Fortaleza, Tabuleiro do Norte, Guaraciaba do Norte e São Benedito.
Os materiais genéticos colhidos foram estudados por pesquisadores da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto Pasteur de São Paulo. O diagnóstico apontou que 29% das amostras tinham o vírus com 100% de semelhança com os da América do Sul.
Os animais foram capturados para uma pesquisa sobre a raiva, mas os pesquisadores acabaram descobrindo o Zika, o que caracteriza que a doença pode ser ainda mais complicada do que se imaginava. O relatório da descoberta foi publicado no portal ‘Biorxiv’ sobre a detecção do vírus entre os primatas neotropicais do Brasil.
Imagem: Reprodução/DiáriodoNordeste
Animais contaminados
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