Neste sábado (11), de acordo com a edição da Veja, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, que está preso há um ano e dois meses no Complexo-Médico Penal, na região metropolitana de Curitiba (PR), disse que quer fazer delação premiada.
Em março Vaccari havia dito para outros detentos da Operação Lava Jato que iria entrar em acordo com os investigadores. "Não posso delatar porque sou um fundador do partido. Se eu falar, entrego a alma do PT. E tem mais: o pessoal da CUT me mata assim que eu botar a cara na rua", afirmou o ex-tesoureiro, na publicação.
Ainda de acordo com a reportagem, o líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, Afonso Florence, e o ex-deputado paranaense Ângelo Vanhoni, teriam ido conversar com o ex-tesoureiro no presídio e, ao término da conversa teriam retornado a Brasília dizendo que a delação será uma "explosão controlada".
Em março Vaccari havia dito para outros detentos da Operação Lava Jato que iria entrar em acordo com os investigadores. "Não posso delatar porque sou um fundador do partido. Se eu falar, entrego a alma do PT. E tem mais: o pessoal da CUT me mata assim que eu botar a cara na rua", afirmou o ex-tesoureiro, na publicação.
Imagem: Veja
Ex-tesoureiro do PT João Vaccari quer fazer delação premiada
De acordo com a Folha de São Paulo, a reportagem da Veja mostra que um dos tópicos que seriam oferecidos é a campanha da presidente afastada Dilma Rousseff, em 2014.
Ex-tesoureiro do PT João Vaccari quer fazer delação premiadaAinda de acordo com a reportagem, o líder do Partido dos Trabalhadores na Câmara, Afonso Florence, e o ex-deputado paranaense Ângelo Vanhoni, teriam ido conversar com o ex-tesoureiro no presídio e, ao término da conversa teriam retornado a Brasília dizendo que a delação será uma "explosão controlada".
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