Na manhã desta quarta-feira (22), o procurador da República Deltan Dallagnol, disse na Câmara dos deputados que a punição à corrupção no Brasil é "uma piada de mau gosto". Dallagnol é um dos coordenadores da força-tarefa da Operação Lava Jato.
"A corrupção mata, a corrupção é uma assassina sorrateira, invisível e de massa. Ela é uma "serial killer" que se disfarça de buracos em estradas, falta de medicamentos, crimes de ruas e pobreza", disse Deltan Dallagnol.
"Nosso sistema é leniente e não funciona. A minha vida é uma vida de sofrimento não só com a corrupção, mas com o insucesso na luta contra a corrupção. (...) Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, a probabilidade de punição da corrupção é de apenas 3%. E nesses casos a pessoa vai para cadeira? Não vai, isso não é uma realidade. Porque no Brasil a punição da corrupção é uma piada e é uma piada de mau gosto", afirmou o procurador.
De acordo com a Folha de São Paulo, para o procurador o problema não está em partido A e nem B, mas sim, é uma situação histórica e endêmica, que não pode ser generalizada que todo político é corrupto.
"A corrupção mata, a corrupção é uma assassina sorrateira, invisível e de massa. Ela é uma "serial killer" que se disfarça de buracos em estradas, falta de medicamentos, crimes de ruas e pobreza", disse Deltan Dallagnol.
Imagem: Globo
Procurador da Lava Jato afirma que "a corrupção mata"
Segundo a Folha de São Paulo, o procurador ainda relatou que os desvios dos cofres públicos nacionais podem chegar em R$ 200 bilhões, e que a impunidade é o "paraíso da corrupção".
Procurador da Lava Jato afirma que "a corrupção mata" "Nosso sistema é leniente e não funciona. A minha vida é uma vida de sofrimento não só com a corrupção, mas com o insucesso na luta contra a corrupção. (...) Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, a probabilidade de punição da corrupção é de apenas 3%. E nesses casos a pessoa vai para cadeira? Não vai, isso não é uma realidade. Porque no Brasil a punição da corrupção é uma piada e é uma piada de mau gosto", afirmou o procurador.
De acordo com a Folha de São Paulo, para o procurador o problema não está em partido A e nem B, mas sim, é uma situação histórica e endêmica, que não pode ser generalizada que todo político é corrupto.
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