Pela ausência de mulheres em cargos relevantes, policiais federais desejam que uma mulher torne-se diretora da instituição. Com 1.065 votos, a delegada Érika Marena, 41anos, é uma das chefes da Operação Lava Jato, e foi a mais votada para o cargo de diretora-geral, em uma consulta informal realizada pela ADPF (Associação de Delegados da Polícia Federal).
De acordo com a Folha de S. Paulo, a associação defende que a votação para o cargo de diretor da PF seja escolhido através de uma lista tríplice votada pelos policiais, assim como ocorre na Procuradoria. A ADPF deseja que o presidente interino Michel Temer escolha um nome para substituir o atual diretor da PF, Leandro Daiello.
Marena disse à Folha que as mulheres enfrentam muitos desafios para assumir um cargo importante no mercado. "Em um ambiente masculino, como o policial, o homem muitas vezes tem o respeito pelo simples fato de ser homem, enquanto a mulher, na mesma posição, precisa constantemente mostrar que é capaz", relatou.
A delegada atua na Operação Lava Jato há quase três anos. Ela é apontada como a “mãe” da operação por advogados e policiais, ao associar com o colega Márcio Anselmo, o doleiro Alberto Youssef ao esquema da Petrobras.
Marena defendeu que o modelo da Lava Jato seja disseminado. "A integração e o trabalho de equipe observados no grupo Lava Jato me fizeram acreditar que uma PF diferente é possível, assim como a reprodução desse modelo de trabalho em outros Estados", finalizou.
Diretora-geral
Considerada uma das maiores especialistas contra crimes financeiros e corrupção, a delegada Erika Marena, colocou seu nome na lista de candidatos da eleição que a associação de delegados da Polícia Federal promove.
De acordo com a Folha de S. Paulo, a associação defende que a votação para o cargo de diretor da PF seja escolhido através de uma lista tríplice votada pelos policiais, assim como ocorre na Procuradoria. A ADPF deseja que o presidente interino Michel Temer escolha um nome para substituir o atual diretor da PF, Leandro Daiello.
Imagem: Uol
A delegada Érika Marena é preferida para chefiar a PF
A delegada Érika Marena é preferida para chefiar a PFMarena disse à Folha que as mulheres enfrentam muitos desafios para assumir um cargo importante no mercado. "Em um ambiente masculino, como o policial, o homem muitas vezes tem o respeito pelo simples fato de ser homem, enquanto a mulher, na mesma posição, precisa constantemente mostrar que é capaz", relatou.
A delegada atua na Operação Lava Jato há quase três anos. Ela é apontada como a “mãe” da operação por advogados e policiais, ao associar com o colega Márcio Anselmo, o doleiro Alberto Youssef ao esquema da Petrobras.
Marena defendeu que o modelo da Lava Jato seja disseminado. "A integração e o trabalho de equipe observados no grupo Lava Jato me fizeram acreditar que uma PF diferente é possível, assim como a reprodução desse modelo de trabalho em outros Estados", finalizou.
Diretora-geral
Considerada uma das maiores especialistas contra crimes financeiros e corrupção, a delegada Erika Marena, colocou seu nome na lista de candidatos da eleição que a associação de delegados da Polícia Federal promove.
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