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Brasil é o 96º colocado em ranking que mede a liberdade dos países

Andrew Henderson, criador do ranking, explicou que o Índice de Liberdade não tem relação com política.

A busca por ambientes com mais liberdade e qualidade de vida tem levado muitas pessoas e empresas brasileiras a considerar a saída do país. Esse movimento, que resulta na fuga de capital, é impulsionado pelas incertezas políticas e econômicas internas, mas também reflete uma tendência global crescente conhecida como capitalismo nômade.

Um novo estudo, o Índice de Liberdade, produzido pela consultoria Nomad Capitalism, classificou os países mais atrativos para quem deseja viver ou investir fora de seu país de origem. De acordo com o ranking, o Brasil ocupa a 101ª posição entre mais de 200 locais avaliados. Quando a análise é restrita aos países, o Brasil cai para o 96º lugar.

Andrew Henderson, fundador da consultoria, explicou que o Índice de Liberdade não tem relação com teorias políticas, mas sim com a aplicação prática dos conceitos de liberdade. "O índice avalia lugares onde você pode criar sua família sem que o Estado interfira na educação, onde é possível prosperar financeiramente sem ser penalizado pelo sucesso e onde você pode viver de acordo com seus valores", afirmou Henderson.

A consultoria levou em consideração cinco critérios principais para a avaliação, sendo a liberdade financeira o mais relevante, com peso de 30% na pontuação final. Esse critério avalia a facilidade de gerar, movimentar e proteger riqueza, com países que oferecem impostos baixos ou até isenção tributária, como o Panamá, obtendo as melhores pontuações.

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