O relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social foi rejeitado na madrugada deste sábado (28), por 18 votos a 12. Com isso, o colegiado encerra os trabalhos após sete meses sem a aprovação de um parecer oficial.
A proposta rejeitada foi elaborada pelo deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da comissão. Apesar da maioria governista na CPMI, não houve consenso em torno do texto.
Parlamentares da base do governo tentaram apresentar um relatório alternativo, elaborado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que previa o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). No entanto, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não colocou o texto em votação.
Votaram sim ao relatório de Alfredo Gaspar
Magno Malta (PL-ES)
Marcio Bittar (PL-AC)
Izalci Lucas (PL-DF)
Eduardo Girão (Novo-CE)
Rogério Marinho (PL-RN)
Damares Alves (Republicanos-DF)
Coronel Fernanda (PL-MT)
Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
Marcel Van Hattem (Novo-RS)
Alfredo Gaspar (PL-AL)
Adriana Ventura (Novo-SP)
Votaram não ao relatório de Alfredo Gaspar
Soraya Thronicke (Podemos-MS)
Randolfe Rodrigues (PT-AP)
Jaques Wagner (PT-BA)
Eliziane Gama (PSD-MA)
Humberto Costa (PT-PE)
Jussara Lima (PSD-GO)
Rogério Carvalho (PT-SE)
Augusta Brito (PT-CE)
Teresa Leitão (PT-PE)
Meire Serafim (União-AC)
Átila Lira (PP-PI)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Rogério Correia (PT-MG)
Ricardo Ayres (Republicanos-TO)
Alencar Santana (PT-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS)
Lindbergh Farias (PT-RJ)
Neto Carletto (Avante-BA)
Dorinaldo Malafaia (PDT-AP)
Jeyson Moraes
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