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Dado Dolabella se filia ao MDB e defende luta “pelas crianças e mulheres”

O agora pré-candidato possui um vasto histórico de condenações por agressão contra mulheres.

Nesta terça-feira (3), Dado Dolabella foi anunciado como pré-candidato a deputado federal pelo MDB do Rio de Janeiro. Por meio de suas redes sociais, o ator defendeu a luta pelas “crianças e mulheres” e afirmou que está entrando na política para “estabelecer o equilíbrio na família”.

O presidente do MDB no Rio de Janeiro, Washington Reis, também publicou em suas redes sociais um vídeo anunciando o ator como pré-candidato. Contudo, o conteúdo foi removido de seu Instagram horas depois.

Foto: Facebook/Dado DolabellaDado Dolabella
Dado Dolabella

No vídeo, Washington afirma que o ator é um homem que “tem compromisso com a família” e com “princípios bons da sociedade”. O presidente ainda reforça que o partido passará a ter essa representação na Câmara Federal do Rio.

Dado Dolabella afirmou ser uma honra se tornar pré-candidato e disse que pretende lutar contra “coisas erradas”. “Trazer de volta o equilíbrio para as crianças, para as mulheres, para os homens. Porque a gente está vendo muito desequilíbrio, com muita coisa errada acontecendo, e a gente precisa mudar essa história. Então, conte comigo para a gente restabelecer o equilíbrio na família”, disse o ator.

Histórico de agressões

O agora pré-candidato possui um vasto histórico de condenações por agressão contra mulheres. Em 2008, ele foi condenado por ter empurrado a então noiva, Luana Piovani, durante uma discussão.

Em 2010, o ator também foi acusado de agredir Viviane Sarahyba durante o relacionamento entre os dois. A mulher chegou a conseguir uma medida protetiva contra Dado. Já em agosto de 2025, ele foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a dois anos e quatro meses de detenção em regime aberto devido a agressões contra uma ex-namorada.

Outra denúncia contra o ator foi feita pela modelo Marcela Tomaszewski. A ex-miss acusou Dado de agredi-la física e psicologicamente, em ocorrências registradas em outubro de 2025. Na época, a jovem negou os fatos, relatando medo e coação.

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