A ministra Cármen Lúcia renunciou ao período restante de sua atuação como magistrada titular do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), antecipando sua saída da Corte Eleitoral.
A decisão foi oficializada após a ministra deixar a presidência do tribunal nessa terça-feira (12), mesma data em que os ministros Nunes Marques e André Mendonça tomaram posse na nova composição da direção do TSE.
Cármen Lúcia ainda poderia permanecer no cargo até o dia 3 de junho, quando se encerraria oficialmente seu mandato como integrante da Corte Eleitoral. No entanto, a ministra optou por renunciar ao período restante.
O anúncio foi feito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, durante sessão plenária da Corte. Na ocasião, Fachin também convocou nova eleição para definir quem ocupará a vaga.
Com a saída de Cármen Lúcia, o ministro Dias Toffoli, que atualmente atua como substituto no TSE, passa a ter direito de ascender à condição de membro efetivo. No entanto, a efetivação depende de aprovação em votação interna do STF.
O processo de escolha começou nesta quarta-feira (13), por meio de votação eletrônica entre os ministros da Suprema Corte. O resultado será oficialmente divulgado em plenário.
Wanessa Gommes
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